Finalmente, toda a família tomou seus respectivos lugares, aquela fotografia foi tirada, todos os presentes sorriram por 5 segundos até que o flash saiu.
Entre aplausos e abraços, aquelas famílias ali reunidas foram se aproximando do local da recepção.
Uma Valeria sorridente, de mãos dadas com seu marido enquanto cada um carregava seu respectivo bebê, apressavam o passo. Valeria sabia que aquela barra de chocolate logo perderia o efeito, por isso nem lenta nem preguiçosa tomou seu lugar na mesa.
— Já resmungão...! Te disse que devia passar para tomar café da manhã! — Disse Valeria sorridente.
— Estava nervoso! Não consentia nada no estômago... — Disse Marco, envergonhado.
— Bem, agora vamos comer e, por Deus que vou te obrigar a terminar tudo, não quero reclamações durante a noite.
— Não me brigue... Estou sensível... — Disse Marco em um tom nostálgico.
— Meu céu... Tudo vai ficar bem... Além disso, sempre poderemos vir visitá-la.
— Mas o que ela vai fazer sozinha? Vai ser mãe, vai precisar de nós!
— Meu céu, acaso não lembra que todos eles já viveram sozinhos e cuidaram da pequena Adele quando nasceu? Inclusive, segundo o que disse Paloma, é que Aldo ajudou a que nascesse o bebê.
— Sim, mas não é a mesma coisa...
— É! Só confie em seu genro... eu confio nele. — Disse Valeria muito segura.
— Hmm...
— Já tranquilo! Olhe, aí vem a comida, senhor resmungão. — Disse Valeria vendo como seu marido se debatia entre finalmente aceitar seu genro e não.
Paloma estava envolvida em um amplo e lindo vestido cheio de camadas de véu com pequenos detalhes em requintada pedraria, produto dos vestidos de Valeria, o noivo, por seu lado, se encontrava envolvido em um terno completamente preto, sua cor preferida por excelência.
A comida transcorreu normal, não havia sido uma enorme recepção, mas quem estava ali reunido era mais que suficiente, eram basicamente todos os seres queridos e importantes de cada família.
Estava claro que Matteo não se encontrava, mas todos entendiam que o homem finalmente havia se retirado para descansar. Todos sabiam que estava em alguma praia, só Magnus e Massimo conheciam realmente a verdade.
A tarde transcorreu entre brindes, conversas, risadas e uma ou outra apresentação.
Paolo finalmente havia se aproximado de Amelia, que ao não falar o mesmo idioma, havia encontrado uma forma peculiar de conversar.
Fazendo uso de IA escrevia suas perguntas e estas automaticamente se traduziam, o que fez que ela e Paolo pudessem conversar...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus