— Se você quiser muito, pode transar com ela primeiro, depois eu levo!
Valdeci apertou os lábios firmemente, com o rosto lívido e os punhos cerrados. O seu olhar parecia querer matar alguém!
Com a testa franzida, ele falou num tom frio:
— Se você pensa em machucá-la, a gente não tem mais o que conversar, e não precisa me esperar. Pode espalhar a minha história pra quem quiser!
Ao perceber a raiva e a determinação na voz dele, a pessoa na linha rebateu na mesma hora:
— Não fica com raiva, pô. Já disse que eu aprecio ela, vou tratá-la como um tesouro. Se fosse outro querendo tocar nela, eu cortava as mãos do cara. Mas como é você, claro que abro uma exceção. Eu também aprecio você.
— Se não quiser tocar nela, não toca. Não se irrite. Eu te escuto e garanto que não a machucarei.
— E outra coisa, para de falar essas besteiras impulsivas. Tem coragem mesmo de jogar a família Henrique na fogueira? Conseguiria mesmo não dar a mínima pros seus pais?
— Pensa no cansaço e na dedicação deles por você. Tem coragem?
Valdeci retrucou, gélido:
— Não quero ouvir suas besteiras! Ainda não terminei as coisas por aqui, não consigo ir pra Cidade de Pão agora. Quando eu for, eu mesmo entro em contato!
O chantagista estranhou:
— Você tá enrolando de propósito pra não ir, né?
Valdeci:
— Pense o que quiser. Enfim, não posso ir agora.
A pessoa na linha fez silêncio por um momento.
— Valdeci, posso te dar mais um tempo. Mas você me conhece. Quando pisam no meu limite, eu sou capaz de qualquer coisa. E pode ser mais assustador do que colocar seus pais na boca do povo.
— Se você realmente se importa com o futuro deles, não pise no meu limite. Vamos colocar até o final do mês. Se não me entregar a garota até lá, juro que farei você se arrepender.
Dito isso, o chantagista desligou o telefone.
Valdeci agarrou o celular com força, respirando fundo.
O coração batia freneticamente no peito, ele sentiu como se fosse sufocar.
Caiu sentado na cadeira, demorando muito para voltar a si.
Um "plim" tocou. A tela do celular acendeu. Era uma mensagem nova.
Valdeci pensou que fosse do chantagista. Ficou com o rosto sombrio, mas depois de um tempo, pegou o celular para ver.
Ao ler a mensagem, seu olhar suavizou na mesma hora.
Não era o chantagista. Era Fausta.
[Valdeci, você tá ocupado?]
Embaixo, ela ainda mandou um figurinha fofa.
Observando a mensagem, o batimento cardíaco de Valdeci foi voltando ao normal aos poucos.
Recuperando o fôlego, respondeu: [Não. Aconteceu alguma coisa?]
Fausta: [Faz muito tempo que a gente não se fala. Eu tô com saudade de você.]
O coração de Valdeci deu um pulo e suas bochechas esquentaram. Ele pegou o celular para ligar pra Fausta.
Ela atendeu em um segundo: — Valdeci.
Ouvir o chamado alegre de Fausta no ouvido fez os lábios de Valdeci se curvarem num sorriso automático: — Oi.
Fausta perguntou:
— O que você tá fazendo?
Valdeci respondeu:
— Tô na empresa.
Fausta se surpreendeu:
— Já foi trabalhar na empresa tão cedo?



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...