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Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos! romance Capítulo 4352

O homem olhou para o peixe grande no tanque de vidro por um momento e disse ao subordinado:

— O peixe está com fome, dê um pouco de comida pra ele.

O segurança concordou imediatamente: — Sim!

Pouco depois, um homem de terno e gravata foi trazido por um grupo de pessoas até a frente do aquário.

A altura e o porte do homem eram muito parecidos com os de Carlos Belo.

Mas a coragem e a presença dele não chegavam nem perto das de Carlos.

O homem estava aterrorizado.

— O que vocês querem? Por que me sequestraram?

— Vocês querem dinheiro? Eu tenho dinheiro. Contanto que não me machuquem, eu dou todo o meu dinheiro pra vocês!

— Minha empresa acabou de abrir capital, está indo muito bem. Meu patrimônio é de pelo menos mais de um bilhão. Se vocês me soltarem, se me deixarem vivo, eu dou tudo pra vocês, não fico com um centavo.

— Por favor, me deixem viver, por favor...

O homem dizia isso ajoelhado ao lado do jovem, batendo a cabeça no chão várias vezes, tentando implorar pela própria vida.

O jovem estreitou os olhos, olhando para ele com frieza.

Depois de um momento, ele balançou a cabeça.

— Você ainda não chega aos pés do Carlos.

O homem não entendeu o que ele disse e continuou batendo a cabeça.

— Por favor, me deixe viver, eu imploro...

O jovem ficou olhando pra ele por um tempo e de repente estreitou os olhos.

— Eu não posso te deixar viver, mas o Carlos pode. Que tal você implorar pro Carlos?

O homem ficou confuso: — Car... Carlos? Quem é Carlos?

O jovem disse: — Carlos Belo.

O homem paralisou e, no segundo seguinte, perguntou:

— O magnata Sr. Belo?

O jovem assentiu: — Isso, o magnata Carlos Belo.

O homem disse: — Mas eu não tenho nenhum contato com ele, não o conheço, nem tenho o telefone dele.

O jovem disse:

— Você não tem, mas eu tenho. Eu posso te passar. Você quer tentar? A chance é uma só. Se ele quiser que eu te solte, eu te solto.

O homem assentiu repetidamente: — Tá bom, tá bom.

O jovem pegou outro celular que estava na mesa e ligou para o número de Bruno novamente.

No hospital.

Bruno olhou para a chamada recebida e franziu a testa: — Carlão, parece que é ele de novo.

Carlos disse: — Atende.

Bruno atendeu e colocou no viva-voz: — Alô.

O jovem repetiu a mesma frase:

— Quero falar com o Carlos.

Carlos falou com voz fria: — Diga.

O jovem disse: — Tem uma pessoa aqui que quer falar com você. Espera aí.

Carlos ficou em silêncio: — ...

O jovem disse: — Se você realmente não tem coragem, então mudamos as condições. Você corta um braço dele.

Carlos: — ...

O jovem falou:

— Um braço por uma vida. Você não sai perdendo, né?

Carlos retrucou: — O que o Raulino te fez?

O jovem disse: — Ele não me fez nada, eu só não vou com a cara dele.

Carlos: — Por que você não vai com a cara dele?

O jovem disse:

— Isso é assunto pessoal entre mim e o Raulino, não tem nada a ver com você. Não precisa perguntar, só me diga se concorda ou não. Se você concordar, eu solto ele.

Carlos falou com voz fria:

— Se eu concordo ou não, faz alguma diferença? A pessoa já está nas suas mãos, é impossível sair viva. Pare de me incomodar.

Depois de falar, Carlos desligou a ligação direto.

Não era falta de coração, nem que ele não quisesse salvar alguém em perigo, e muito menos por pena de cortar o braço de Raulino.

O principal motivo era que, mesmo se ele concordasse, não faria diferença.

Embora ele não soubesse quem era o homem, ele sabia perfeitamente que ninguém que caísse nas mãos dele sairia vivo.

Ir pro território do cara e sair vivo não seria entregar as informações sobre ele?!

Ele não tinha como fazer nada por aquela pessoa. Não tinha como salvar.

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