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Ômega renascida: Vingue-se como uma Alfa romance Capítulo 117

Ponto de Vista da Aubrey

Quando chegamos ao hospital, o alfa Henry primeiro pediu que fizessem um exame completo em mim. Só depois de confirmar que eu não estava infectada, ele foi tratar dos próprios ferimentos. Quanto aos outros lobisomens feridos, eu já tinha prestado os primeiros socorros antes de voltarmos. Agora, tudo que precisavam era descansar.

A recuperação de um alfa era impressionante. O corte no peito dele, que tinha chegado até o osso, já estava mais da metade cicatrizado. Não vi nenhum problema grave, então não fiquei em cima dele. Só perguntei:

"Onde fica o Laboratório de Pesquisa do Vírus Nível Quatro? Preciso ir agora."

Ele me lançou um olhar azedo.

"Vou pedir para meu beta Perry te levar. Se perguntarem, diga que você é uma loba médica enviada especialmente pela Alcateia Lua Sombria."

Assenti, já me preparando para sair, quando o alfa Henry segurou meu braço de novo.

O aperto dele era firme.

"Cuide de si mesma," ele disse baixinho, a voz carregada de preocupação.

Ele estava com medo de eu pegar o vírus ao chegar no laboratório. Por um instante, não soube o que sentir. Apenas pressionei os lábios e assenti. "Tá bom. Entendi."

Ele soltou meu braço, e eu me virei para seguir Perry até o laboratório de pesquisa.

Quando cheguei lá, vi sete médicos lobos já trabalhando, cada um em seu ritmo organizado. Como todos estavam de roupa de proteção, era difícil saber quem era quem.

Também vesti meu traje. Perry os chamou, me apresentou e explicou o motivo da minha presença.

Não perdi tempo com rodeios—mostrei o remédio imediatamente.

"Vim da área onde envenenaram a água. No caminho, descobri que combinar essas três ervas parece suprimir o vírus. Ele ainda volta, mas se adicionarmos mais alguns ingredientes, talvez consigamos curar a gripe de vez."

Não era difícil perceber—

Elas estavam ali por causa do alfa Henry.

Romance de campo de batalha, laços criados na crise—sem dúvida, parecia bem mais interessante do que eu, a suposta noiva ômega inútil.

As duas lobas jovens pararam ao me ver.

Então, uma delas me lançou um sorriso debochado.

"Achei que viria alguém impressionante," ela zombou. "Essa gripe deixou até nosso professor sem resposta, mas pra ela, não passa de um resfriado comum? No fim, é só uma ômega insignificante fingindo ser importante."

Ela me encarou, a voz cheia de desprezo. "É nojento. Ela pega umas ervas do chão e acha que merece reconhecimento?"

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