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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 714

DRACO

Minhas mãos estavam relaxadas nas bordas da banheira, como quem já tinha terminado o serviço.

Pernas abertas, atitude de homem satisfeito.

—Bom... então eu vou embora... —ela repetiu, me lançando um olhar penetrante, mas eu nem me mexi.

—Tudo bem —respondi baixo, e quase deixei escapar minha seriedade ao ver o biquinho que ela fez com a boca.

Claro que ela não queria ir embora, e é óbvio que eu não deixaria sair sem fazê-la gozar.

Levantou bufando e a visão do corpo nu, pingando água, já fazia meu pau se erguer de novo.

Ela se inclinou de propósito na borda, e os peitos cheios balançaram com o movimento.

Engoli seco, com vontade de chupá-los.

Minhas mãos coçavam, mas quis provocá-la mais um pouco.

Ela me lançou outro olhar, levantando a perna pra sair.

Ergui a sobrancelha em silêncio, vendo o fogo surgir nos olhos vermelhos dela.

—Jum, é verdade o que dizem, a gente nunca sabe pra quem trabalha...

Resmungou irritada, tão linda e sexy.

Me arrependo tanto de ter sido um babaca no começo e tentado afastá-la.

Antes que escapasse, agi rápido.

Minha mão se esticou, puxando ela contra meu corpo.

—Aaah! Me solta, maldito Lorde tarado! —ela gritou bem puta, fingindo lutar.

Sentei ela no meu colo, sobre minhas coxas.

Uma mão se prendeu à cintura dela como algema, a outra agarrou seu queixo, forçando-a a me encarar.

—Você me transforma num tarado. Não tem um segundo do dia em que eu não pense em você e em todas as obscenidades que quero fazer contigo, Vicky...

Confessei num rosnado carente e grudei minha boca na dela.

Comecei a devorá-la como uma besta sedenta, invadi com minha língua e explorei tudo.

Os dentes dela ameaçavam rasgar meus lábios, mas deixei ela fingir resistência.

Não importava o quanto ela tentasse me negar.

O corpo dela inteiro chamava pelo meu. A alma dela puxava a minha.

O calor entre suas pernas queimava contra meu pau ereto.

Ela finalmente me abraçou e cravou as unhas nas minhas costas, retribuindo o beijo enlouquecido.

Eu queria dizer tantas coisas.

Minhas mãos passaram por suas coxas, coluna, enrosquei nos cabelos longos e a puxei ainda mais pra mim.

Jadejamos e gememos um na boca do outro.

Me recostei, levando ela junto, agarrando com força sua bunda.

As palmadas estalaram sob a água e minha fêmea gemeu pra mim, chupando minha boca, acariciando meu peito.

Abri suas pernas e mergulhei os dedos na boceta, por trás, acariciando devagar.

Ainda tinha na mente a imagem dela sangrando, escurecendo meus pensamentos.

—Amor, tá doendo? Se eu te penetrar com os dedos, dói?

Perguntei lambendo o ouvido dela, enquanto o dedo do meio sondava o buraquinho apertado.

A suavidade da água ajudava a entrar e sair. Os sucos dela se misturavam nas minhas pontas.

—Mmnnn —ela empinou a bunda e soltou um gemido nasal contra meu peito.

230. PRECISO DO SEU SANGUE 1

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