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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 710

VICTORIA

Empinei de propósito a bunda contra a calça justa de couro dele, sentindo aquele pau se estremecer de empolgação.

A língua dele entrou no meu ouvido, chupando de forma erótica.

Uma mão já apertava meu mamilo e a outra descia direto pra me tocar entre as pernas.

—Minha mulher... mmn... deixa eu ver se você tá bem...

Seus dedos mergulharam com delicadeza, sondando minha vulva, acariciando devagar

e com doçura entre os lábios.

Faltou pouco pra eu ceder.

Estava ardendo de vontade de deixá-lo me ter...

—Já falei que tô bem, agora me deixa tomar banho em paz...

Reuni coragem pra me soltar.

Afundei as unhas no braço dele e o empurrei com força, caminhando até a banheira, completamente nua.

Sentia o olhar dele me devorando, os resmungos frustrados.

Me esgueirei atrás do biombo fino, soltando o suspiro que tinha prendido, e me inclinei pra tirar as botinas.

Eu quase podia ouvir ele ofegando com a língua pra fora. Aquele lobo pervertido.

Um sorrisinho perverso apareceu no canto da minha boca.

Mas voltei pra minha falsa dignidade ao me mergulhar na banheira enorme.

Era gigante e pesada, claro, feita pro corpo imenso daquele lycan musculoso.

Soltei um suspiro de prazer porque a água ainda estava quentinha.

Ignorei ele completamente enquanto prendia meu cabelo num coque no alto da cabeça.

Mas uma sombra cobriu o banheiro, e ficou impossível fingir quando vi o que ele tava fazendo.

—O… o que você tá fazendo?

Minha voz saiu falhada ao vê-lo de pé, se despindo em toda sua glória.

Tirou a túnica por cima daqueles antebraços fortes.

Desabotoou a calça preta que grudava como uma segunda pele.

Baixou sem nenhum pudor, me mostrando aquela ereção orgulhosa que quase piscou pra mim.

Puta merda, que coisa grossa e deliciosa.

As lembranças de quando ele me meteu gostoso no rio ainda ecoavam na minha cabeça.

—Vou tomar banho também. Tem que economizar água, tá escassa —disse com toda a cara de pau.

Tirou as botas e se inclinou na borda da banheira.

Meus olhos safados não conseguiam parar de encarar os pelos loiros no peitoral forte e as tatuagens que se enrolavam pelos braços.

A que envolvia o pescoço era especialmente escura e chamativa.

—Não tem... não tem espaço... —Droga, fala com mais firmeza, mulher!

Mas aqueles olhos cor de avelã me encaravam de perto, cheios de diversão.

Ele sabia muito bem o que provocava em mim.

—Tem espaço de sobra... e eu também sei jogar esse jogo... minha fêmea sedutora...

226. EU GOSTO DE GAROTOS MAUS 1

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