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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 700

DRACOMIR

Os caninos dela se alongaram, pontiagudos, soltando aqueles sibilos de predadora para atrair a presa.

As pupilas, vermelhas como sangue.

Uma vampira em todo seu esplendor.

Tentei empurrar essas sensações idiotas pra longe e focar nesse momento tão excitante e único.

E logo veio minha recompensa.

Mmmnnn… porra, que apertada… Sshhh…

Meus pensamentos, cheios de luxúria e algo mais, se misturavam com uma sensação que era puro pecado.

Ela finalmente me empurrou o pau pra dentro daquele buraquinho quente e escorregadio.

Meti várias vezes, sem conseguir mais suportar a dor nos meus testículos cheios.

Aquelas paredes apertadas engoliam meu pau por todos os lados.

Tentação ardente envolta em seda.

—Aaggg! —fechei os olhos, rugindo e gozando, sentindo minha essência preenchê-la.

Algo rugia dentro do meu peito querendo sair.

A base do meu pau pulsava, engrossando, os caninos coçavam nas minhas gengivas.

Meu lobo… eram sinais dele… sinais do meu lobo, que eu achava perdido.

Victoria me fazia sentir vivo, despertava sensações que nunca senti por ninguém.

Olhei pra ela debaixo do meu corpo, conectados pela nossa paixão, coberta com meu cheiro e meu gozo.

Fantasiei com minha marca no pescoço dela.

Só minha… eu estava obcecado com a ideia de que ela fosse minha.

Ela respirava ofegante, acariciando meus braços, com aquele sorrisinho sensual.

Aquela preguiça gostosa aparecendo no olhar.

Achava que eu ia ter um gozo rápido e acabar.

Ah não, nena… isso foi só a entrada.

Com você, meu pau pode ficar duro de novo em questão de segundos.

Olhei pra ela com más intenções e comecei a acelerar as estocadas.

—Espera, Draco… ah, ah… mmnn… por que tão rápido?… Aaa…

—Ssshhh… ahh, que delícia… isso, isso, isso, gostosa… me aperta mais, Vicky… mais! Issooo… porra, porra, que delícia…

Praguejei em cada enfiada que me fazia voar.

O resto do mundo sumiu.

Só existíamos ela e eu.

Sem raças, sem passado. Só desejo cru e instinto.

—Aaahhh!

Ela gritou sem vergonha quando agarrei sua bunda e a puxei pra sentar ereta.

Coloquei os peitos macios dela contra meu peito e me ajoelhei na pedra.

Ela ficou ali, empalada no meu pau.

A bunda dela descia, rebolando cada vez mais rápido.

PA PA PA…

As mãos dela arranharam minhas costas.

Nossas bocas se mordiam e se devoravam.

Eu metia de baixo, me afundando naquele vulcão de prazer e loucura.

Chegando no fundo, dominando, possuindo.

Ela era minha… ou pelo menos era isso que meu coração queria acreditar, mas minha mente maldita ainda lembrava.

216. FANTASMAS DO PASSADO 1

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