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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 555

LAVINIA

Meus olhos arregalados, mãos ainda esticadas, meus cabelos voando com o vento que passava apressado, assobiando nos meus ouvidos.

Ele me olhava lá de cima, sumindo pouco a pouco da minha visão turva.

—Laziel, porra! Para de brincar e desce com essa bunda agora mesmo! —o susto virou raiva, o medo de cair misturado com fúria.

Uma risada brincalhona ecoou no vazio.

Braços fortes me agarraram e senti o bater de asas.

Fui segurada contra seu peito duro e vibrante, ele estava de bom humor, enquanto eu continuava xingando.

—Sou mais velha que você! Para de…! —seus lábios se chocaram com os meus.

O beijo profundo, a língua se enroscando na minha, os gemidos roucos, as mãos quentes rasgando o tecido do meu vestido até me deixar nua.

Caí na escuridão mais profunda e o primeiro Nocturne me levou para seu mundo cheio de pecado e luxúria.

Estávamos no topo de uma torre negra de aço, opressiva, com colunas afiadas como garras inclinadas para nós.

Nuvens de tempestade nos cercavam, relâmpagos ao longe.

Só havia uma enorme cama de lençóis pretos naquele espaço sem paredes.

Mas meus olhos não olhavam para o mundo onírico que Laziel criou pra gente…

Eu devorava o corpo nu daquele homem na minha frente.

Cada cicatriz, cada músculo forte e definido, aquele pau grosso, ereto e cheio de veias, agressivo e latejando de desejo… pqp… eu queria tanto ele me fodendo fundo dentro da minha boceta.

—Vejo que o menino cresceu muito bem —falei em tom de deboche, tentando recuperar um pouco de dignidade.

—Vejo que a garotinha chorona que não sabia abrir portais também cresceu bem demais… —sorriu de lado enquanto seus olhos descarados passeavam pelo meu corpo coberto só por fitas que mal escondiam.

Bufei com a resposta. Desde quando ele sabia responder assim?

—Tenho direito de pedir um favor ao “Rei”, e já que tá todo engraçadinho, vou fazer meu pedido agora —levantei o queixo com arrogância.

—Sou todo ouvidos —rosnou rouco, dando outro passo até mim.

—Ajoelha —ordenei, apontando pro chão—. Quero essa sua língua enterrada na minha boceta, agora.

Falei como uma tirana, minhas próprias palavras me fazendo tremer de expectativa.

—Ou será que nem sabe como se faz? —ergui uma sobrancelha.

71. CAINDO NA FASCINAÇÃO 1

71. CAINDO NA FASCINAÇÃO 2

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