ELLIOT
— Vou embora! Você me prometeu que nunca mais mencionaria essa coisa tão vergonhosa! — começou a se debater para escapar, mas a apertei ainda mais contra o meu corpo, rindo de sua pressa.
— Não vá, amor, foi só uma brincadeira, mulher — pela primeira vez, era eu quem zombava dela.
Por Katherine, tive que fazer tantas loucuras ridículas…
— Você também se deixou levar! Que pobre homem o quê?! Duque luxurioso!
— Claro que me deixei — segurei sua nuca e trouxe seu lindo rosto para perto do meu, ambos agitados de tanto rir, ela desviando do meu olhar intenso.
O rubor descendo por seu pescoço delicado me dava uma vontade irresistível de devorá-la como uma maçã.
— E estou desesperado para que me viole de novo, minha bruxinha. Você não faz ideia de como eu gemia por dentro naquela noite, com o prazer que me dava... mmm... — esquentava sua mente com todas as minhas lembranças vívidas daquele dia.
— Katherine, você sempre me enfeitiçou, minha fêmea, desde o primeiro dia em que meus olhos cruzaram com os seus — confessei a pura verdade.
Não importava quantas vezes tentei rejeitá-la, resistir, minha alma sempre a chamava, sua presença fazia meu corpo inteiro vibrar.
Inclinei-me até sua boca, capturei seu lábio inferior entre meus dentes, sugando suavemente sua maciez.
Minha língua deslizou para lambê-la eroticamente e se infiltrar em sua cavidade quente quando ela gemeu.
Delícia, pura delícia que me enlouquecia. Meu lobo rugia de prazer ao devorá-la.
Nos envolvemos em um beijo ardente, molhado, sensual e delicioso, nos deixando à beira da excitação novamente.
Deusa, temos tantas coisas para fazer, o castelo, o ducado inteiro está em reforma, e aqui estamos, ofegantes, excitados, nos tocando sob as roupas.
Deslizo minha mão por debaixo de suas saias e acaricio suas pernas, suas coxas tensas, em direção à sua boceta, que aposto está encharcada de desejo.
Meu pau pulsa sob suas nádegas, a urgência crua de jogá-la sobre a mesa e fodê-la selvagemente inunda minha mente.
Com meus beijos apaixonados e mordidas em seu pescoço, o sangue ruge em suas veias como nas minhas.
Meus dedos deslizam para a borda de sua lingerie, quero enlouquecê-la, gozar dentro de sua funda quente.
— Não, não, Elliot, amor, espera... espera, maldit4 seja!
— Kath, não... Porra, vou morrer de excitação! — rugi, quase animalesco, quando ela fecha as pernas e tenta se afastar.
— Aldo e a família dele chegam hoje, ainda preciso preparar o alojamento, as criadas... Você tem coisas para fazer! Elliot, não!
Quero amaldiçoar os malditos céus, porra, nem uma trepada rápida posso ter com minha mulher.
— Ótimo! Não sei como você consegue me deixar assim e depois sair como se nada tivesse acontecido.
A solto, frustrado e irritado, tentando nem olhar para ela, porque juro que se vejo aquele mamilo que quase consegui tirar da renda, vou perder o controle.
— Amor, não fique bravo, Elliot — ela tenta acariciar meu rosto, mas seguro suas mãos no ar.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Lycan e sua Tentação Sombria
Eu tava no 334 do REI LYCAN E SUA TENTAÇÃO SOMBRIA, resolvi voltar no capítulo anterior e agora, apresentando o bilhete hoje de cobrança mas num deixa abrir. Da erro...
Pq aqui nesse livro vc não pode voltar num capítulo que já leu?...
Comprei o capítulo e não consigo ler porquê?...
Eu queria continuar lendo...