As empregadas se viraram para olhar para Yvette em estado de choque. Ela pode ser muito mimada, mas isso já não é demais? Isso é crime, pelo amor de Deus! Tadinha da Sra. Moore.
Ao contrário do que todos esperavam, ao invés de morder Arielle, Magnus se virou para Yvette e começou a encará-la perigosamente.
“Magnus, você...” Yvette começou a se distanciar, chocada com seu comportamento. Arielle se agachou para alimentar o pit bull e esperou até ele terminar. Quando acabou, ela deu um tapinha na perna de Magnus e ordenou: “Vá!”
Soltando um latido alto como resposta, o cachorro começou a correr em direção a Yvette, não para voltar para ela, mas para mordê-la. Ao perceber a real intenção de seu animal, o rosto de Yvette ficou branco e ela se virou e começou a correr o mais rápido que pôde. Magnus a perseguiu enquanto latia ferozmente como se quisesse estraçalhar sua dona. O desenrolar da cena chocou tanto as empregadas que elas não tiveram reação mesmo quando Yvette gritava por socorro.
Só então, Cindy correu para ver o que estava acontecendo.
Uma das empregadas temeu que a situação entre as duas saísse do controle, então ela foi buscar Cindy. No entanto, quando eles saíram, a visão de Yvette sendo perseguida por Magnus os pegou de surpresa e causando confusão, pois eles sabiam que ele sempre foi obediente à sua dona.
Enquanto isso, Yvette tinha parado de correr porque ficou sem fôlego. Quando Magnus a alcançou, mordeu o canto de sua saia, fazendo-a perder o equilíbrio e cair no chão. Sua aparência era deplorável, mas não era hora de se preocupar com sua imagem. Tudo o que ela pensava agora era no risco de ser mordida pelo pit bull até a morte. “Socorro!” ela gritou.
Recuperando seus sentidos, Cindy procurou desesperadamente ao redor e avistou uma pedra. E então a pegou e jogou na direção de Magnus, acertando o cachorro na cabeça.


Quem atirou nele?
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...