Uma gargalhada ridícula imediatamente escapou da boca de Yvette. Que mulher burra! Ela deveria ter feito a outra escolha!
Com um sorriso ladino, ela mandou seu guarda-costas abrir o portão. Já que escolheu alimentar Magnus, é melhor ela não me culpar quando for mordida! “Vá, Magnus. A comida está ali” Yvette disse depois de soltar Magnus.
O pit bull aproximou-se lentamente de Arielle rosnando baixo e ferozmente, como se a ela fosse seu alimento. Droga, isso não é nada bom!
As empregadas não conseguiram assistir a cena e cobriram os olhos. Porém, Arielle permaneceu imóvel, como se estivesse totalmente fora de perigo. Quando Magnus estava a apenas alguns passos de Arielle, ele aumentou sua velocidade, preparando-se para atacá-la.
“Ah!” gritou uma das empregadas, que encorajou o pit bull a saltar direto no rosto de Arielle — o local mais perigoso. Uma mordida seria o suficiente para desfigurar o rosto de Arielle. E mesmo assim, Arielle permaneceu ali calma, esperando a oportunidade perfeita.
Antes do momento do ataque, ela se virou de lado para desviar de Magnus. Rápido demais para entenderem o que estava acontecendo, ela se virou e agarrou Magnus pelo pescoço antes que o cachorro caísse no chão. Ele pesava pelo menos uns trinta quilos. Ser capaz de segurá-lo do jeito que Arielle estava fazendo, especialmente com uma mão, significava que ela era mais forte do que parecia ser.
Yvette, que estava testemunhando tudo de camarote, havia antecipado que Magnus morderia o rosto de Arielle e ficou extremamente chocada. De onde essa camponesa tirou tanta força? Ela deve ter carregando um monte de coisas sem parar em sua aldeia, algo que damas ricas como eu nunca se sujeitariam a fazer!
“Sua vaca! Como você se atreve! Solte meu Magnus!” ela gritou preocupada com seu cachorro.
Porém, ao invés de obedecê-la, Arielle sacudiu o pit bull para mostrar dominância e então, ela usou a mão livre para acariciar a cabeça de Magnus.

Assim que ela disse isso, ela olhou para seu cachorro e percebeu que ele estava gradualmente se acalmando. Aos poucos ele começou a balançar o rabo em direção a Arielle, pegando a todos de surpresa, incluindo Yvette. Eu estou vendo isso mesmo? Meu Magnus está realmente balançando o rabo para ela? Até parece que ele gosta mais dela do que de mim.
Como o cachorro havia sido treinado por um adestrador de cães profissional, ele só obedecia a Yvette e não aceitava ordens de ninguém mais a não ser sua dona. Como uma camponesa pode fazê-lo se comportar assim? Os cães também julgam as pessoas pela aparência?
VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...