Depois do jantar, Lília se recostou languidamente no sofá, segurando o tablet para pesquisar roteiros turísticos da França, e então formulou um plano.
A França tinha muitas atrações arquitetônicas famosas, e ela pretendia visitá-las com Vicente na manhã seguinte.
— Ao meio-dia, podemos comer comida ocidental; a culinária francesa é muito famosa. À tarde, experimentaremos o autêntico chá da tarde francês.
E à noite... eu quero assistir a um musical!
Vicente estava ao seu lado, ouvindo sua empolgação com o passeio de amanhã, com os olhos ternos e carinhosos.
— Está bem, o que você quiser. Amanhã iremos juntos!
— Certo!
Lília, raramente como uma criança, ficou tão agitada com o itinerário do dia seguinte que não conseguiu dormir à noite.
Vicente achou isso ótimo.
Sua Lília havia carregado tantas coisas antes; ele não sabia como fazê-la relaxar, e tampouco podia impedi-la de se esforçar por seus ideais.
Estar ao seu lado agora, tão despreocupada, era muito bom.
A propriedade da mansão era muito vasta. Além de jardins paisagísticos, também havia quadras de esportes e uma piscina. Vendo que Lília não estava com sono nenhum, Vicente decidiu levá-la para nadar, querendo consumir a energia dela.
Mas logo Vicente percebeu que sua decisão havia sido um erro.
Lília vestia um maiô ajustado que revelava todas as curvas de sua bela silhueta.
Sob o luar, a figura dela nadando na água parecia uma sereia luminosa.
Suas pernas claras e torneadas se moviam sob a água, e as ondulações agitando a água também mexiam com o coração de Vicente.
O pomo de adão dele subiu e desceu involuntariamente, e seu olhar escureceu de repente.
Talvez seu olhar fosse tão intenso que Lília o sentiu; ela parou e se virou para olhar.
Ao ver Vicente, as bochechas de Lília esquentaram, mas ela não conseguiu evitar de encará-lo.

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