Toda vez que o assunto vinha à tona, a dor de cabeça de Celeste aumentava.
— Já. — O sorriso recém-surgido em seu rosto também enfraqueceu um pouco.
— Quando você planeja transferir a guarda da Laura? — Vinicius indagou, um leve brilho passando por seu olhar.
Na época, ao colocar o nome de Laura sob o seu, ele havia assinado um acordo com ela para tranquilizá-la, garantindo que colaboraria com os devidos trâmites caso a mãe biológica assim o desejasse.
— Tive alguns problemas com os documentos do meu lado que preciso resolver. Talvez isso tenha que ser adiado por um tempo. — Celeste sentiu-se um tanto desanimada e respondeu com um tom de desculpas.
Ela não deu explicações detalhadas sobre a situação.
Afinal, não via razão para discutir isso profundamente com Vinicius.
— É difícil de resolver? — Vinicius continuou a olhar para frente.
— ... Não muito, é só uma questão de tempo.
— O divórcio está garantido, com certeza? — Ele aproveitou o momento para perguntar.
— Sim, com certeza. — Diante daquela pergunta, Celeste apenas assentiu.
No momento, seu estado civil era, sem sombra de dúvidas, o de uma mulher divorciada.
Desta vez, Vinicius não se mostrou mais curioso e deixou o assunto por ali.
Celeste não permitiu que Vinicius a levasse de fato até a porta da residência. Em vez disso, pediu-lhe que a deixasse a mais de um quilômetro de distância da casa, pois era uma área vasta e inteiramente formada por propriedades privadas.
Entrar ali seria inadequado.
— Se você resolver tudo e quiser entrar em contato, estarei à disposição a qualquer momento. — Vinicius não saiu do carro, estava ciente de manter uma distância clara e respeitosa entre eles, evitando assim pressionar Celeste.
A atitude de Vinicius trouxe a Celeste um grande alívio.
— Certo, dirija com cuidado. — Inevitavelmente, ela exibiu um sorriso e se abaixou para olhá-lo.
— Farei isso. — O olhar de Vinicius demorou-se em seu rosto por alguns instantes.
Enquanto falava.
Ele alcançou uma sacola no banco de trás e a entregou para ela:
— Seu presente.
Celeste surpreendeu-se, de fato havia algo para ela também?
— Obrigada. — Após hesitar um momento, ela pegou a sacola; afinal, como toda a família havia ganhado presentes, recusar parecia arrogante.
— Quando eu voltar da Cidade Siren, nos sentaremos e conversaremos com mais detalhes. — Vinicius comentou.
Celeste pensou em perguntar sobre o que conversariam com mais detalhes.
Mas Vinicius atendeu uma chamada e se viu forçado a fazer a volta com o carro.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Gregório tem que sofrer correndo atrás da Celeste pra aprender uma lição 😒...
Passou da hora da Dulce quebrar a cara e Gregório ver a burrada que fez, dando apoio total para o chupim Dulce...
Quero ver se a autora vai dar um final feliz para esse embuste do Gregório. Quero ele sofra horrores e acabei na sargenta....
Não aguento mais ver a Celeste passar por tanta humilhação. Alguém quebre as pernas do Gregório, por favor; mesmo que tenha um motivo para ele agir assim, já passou dos limites. Fora que demora demais a atualização, por parte do autor....
Seria muito bom ela encontrar a família e não querer esse Gregório...
Até quando Gregório vai financiar a amante e menosprezar a ex esposas? Passou da hora da amante e Gregório caírem com a cara no chão...
Ela repete o mesmos pensamentos várias vezes. E o mais incrível u.a é prisioneiro e o outro é livre, no final ele teve um motivo muito importante para agir assim e vai querer compensar tudo....
Essa personagem é humilhada apor bens materiais....
Eu adoro histórias assim que a autora humilha a personagem principal por todo história para no final o homem estar apenas sendo enganado ou protegendo ela e acaba perdoado, ainda d põem alguém da família pra ajudar na humilhação, fica o romance perfeito!...
Pq esse tipo de história não da um pouco de amor próprio a mulher e ela encontra alguém q realmente a valoriza??? Só mostra que a mulher não se da o valor, mesmo depois de humilhada ela volta com o cara. Ridículo...