Ele se virou e caminhou em direção à saída.
O coquetel, antes grandioso, estava completamente arruinado.
Deixando para trás apenas uma enorme bagunça a ser resolvida.
Quando Celeste saiu.
Seus passos eram trôpegos e instáveis.
Na verdade, ela nunca imaginou que brigaria feio com a Família Souza até chegar a esse ponto.
Mas a questão da certidão de divórcio havia tocado no seu ponto mais vulnerável; envolvia Laura.
Ela não queria mais ser manipulada, então, naturalmente, não pediria de novo a verdadeira certidão de divórcio a eles.
Já que a Família Souza agia de má-fé, só restava a ela um único caminho a seguir —
Celeste ficou parada na calçada e pediu um carro de aplicativo, mas, àquela hora, a fila de espera passava do número cem.
Sem se importar com mais nada, Celeste ligou diretamente para Vinicius Rocha.
Não demorou muito para ele atender do outro lado da linha.
— Celeste?
Ela conteve o nó na garganta e perguntou.
— Você pode falar agora? Preciso me encontrar com você para resolver um assunto.
Vinicius pareceu notar algo estranho na voz dela.
Ele ficou em silêncio por um momento.
— Estou fazendo hora extra na NOVE. Venha, vou te esperar.
NOVE era a filial da Família Rocha na Cidade Imperial.
Ele acrescentou.
— Vou pedir para o meu secretário descer para te encontrar.
Celeste concordou e desligou.
Mas o carro parecia não chegar nunca.
Ela tocou o rosto e percebeu que estava seco. Não tinha derramado uma única lágrima.
Ela achou que estava sendo muito mais forte do que imaginava.
De repente.
Um Rolls-Royce negro e brilhante na escuridão da noite parou diante de Celeste.
O vidro do carro abaixou.
Gregório estava no banco do motorista, com uma mão no volante e a cabeça virada para ela.
— Para onde você vai? Entra.
Celeste olhou para o rosto sereno dele.
Involuntariamente, os cantos de seus lábios se curvaram num sorriso amargo.
Ela definitivamente poderia ter recusado.
Mas, naquele instante, algo lhe passou pela cabeça e ela não negou a carona.
Ela entrou no carro sem hesitar.
— NOVE, por favor. Obrigada.
Ao ouvir o nome, o olhar de Gregório voltou-se para o rosto de Celeste enquanto ela colocava o cinto de segurança.
Claro que ele sabia de quem era aquela empresa.
E sabia muito bem a quem Celeste estava indo procurar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Gregório tem que sofrer correndo atrás da Celeste pra aprender uma lição 😒...
Passou da hora da Dulce quebrar a cara e Gregório ver a burrada que fez, dando apoio total para o chupim Dulce...
Quero ver se a autora vai dar um final feliz para esse embuste do Gregório. Quero ele sofra horrores e acabei na sargenta....
Não aguento mais ver a Celeste passar por tanta humilhação. Alguém quebre as pernas do Gregório, por favor; mesmo que tenha um motivo para ele agir assim, já passou dos limites. Fora que demora demais a atualização, por parte do autor....
Seria muito bom ela encontrar a família e não querer esse Gregório...
Até quando Gregório vai financiar a amante e menosprezar a ex esposas? Passou da hora da amante e Gregório caírem com a cara no chão...
Ela repete o mesmos pensamentos várias vezes. E o mais incrível u.a é prisioneiro e o outro é livre, no final ele teve um motivo muito importante para agir assim e vai querer compensar tudo....
Essa personagem é humilhada apor bens materiais....
Eu adoro histórias assim que a autora humilha a personagem principal por todo história para no final o homem estar apenas sendo enganado ou protegendo ela e acaba perdoado, ainda d põem alguém da família pra ajudar na humilhação, fica o romance perfeito!...
Pq esse tipo de história não da um pouco de amor próprio a mulher e ela encontra alguém q realmente a valoriza??? Só mostra que a mulher não se da o valor, mesmo depois de humilhada ela volta com o cara. Ridículo...