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Meu Príncipe, Meu Alfa romance Capítulo 44

Todos ficaram sentados em silêncio. Peter e Edward se sentaram no banco do outro lado do corredor, os dois ficaram observando Lancelot com muita atenção.

Muitas perguntas voavam pelo ar, mas nenhuma delas estavam prontas para falar. Pelo menos ainda não.

Depois de trinta minutos, o doutor Stefan saiu do quarto em que Roxanne estava internada. Ele deu passos rápidos até o corredor. Ao ouvir seus passos, os olhos de Lancelot se ergueram para encontrar o corpo robusto do homem baixo.

"Vossa Alteza", ele se curvou para Edward, então se virou para Lancelot.

"Vossa graça".

Lancelot olhou para ele, seu rosto não demonstrava nenhuma emoção. Mesmo ele não sabendo o que deveria se sentir. Raiva, angústia, dor? Ou ansiedade?... Ele não conseguia sentir nada disso. O que restava nele era o vazio, era o único sentimento que Lancelot estava acostumado a sentir.

"Ela foi estabilizada agora", enquanto o doutor Stefan falava, ele percebeu o alívio nos olhos de Lancelot, embora sua expressão facial permanecesse fria e rígida.

"Ela está dormindo agora, mas você pode entrar para ver ela", Stefan continuou. Ele se curvou mais uma vez para o Alfa e seu filho e se virou, antes de ir embora.

Lancelot se levantou do banco e foi em direção ao quarto, sem olhar nem para o pai nem para Peter. Seu braço esquerdo roçou os ombros do médico enquanto ele caminhava. Ele olhou para a frente e deu passos lentos com uma expressão vazia.

Ele abriu a porta do quarto onde Roxanne. Antes de entrar, ele parou na porta e olhou para ela.

Ela estava deitada na cama do hospital, com os olhos fechados em um sono tranquilo. A mandíbula de Lancelot se contraiu. Ela estava dormindo pacificamente, e ele queria se sentar ao lado dela.

Ele entrou no quarto e se sentou na cadeira ao lado da cama. Seus olhos se fixaram nela novamente.

Suas pálpebras estavam fechadas, seus lábios estavam entreabertos, ele podia ouvir o som de sua respiração enquanto ela dormia tranquilamente. Até agora, Lancelot estava se perguntando exatamente que emoção ele estava sentindo, agora que ele estava olhando para ela, ele sabia o que era.

Era raiva. Pura raiva do tipo para o qual não conseguia nem franzir a testa, o tipo que não se expressava em seu rosto, mas fervia e se agitava na boca do estômago.

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