Todos viram Heloísa, sem qualquer razão, avançar e dar um tapa em Camila.
Com isso, até mesmo Felipe, que o tempo todo falava a favor de Isabella e das outras, ficou em silêncio.
Não cuidou da própria criança malcriada, avançou e deu um tapa na cara de alguém sem distinguir o certo do errado, e depois ainda se fez de vítima?
Sentindo os olhares de todos, o rosto de Isabella escureceu e ela olhou para Heloísa.
Ela também tinha ouvido apenas o lado de Heloísa e não imaginava que a situação específica fosse daquela forma.
Heloísa disse: — Eu estava muito ansiosa na hora, e o Enzo quebrou o osso! O Bento nos levou pessoalmente ao Hospital Campos, o Bento pode provar!
Isabella olhou para Bento.
Bento franziu a testa: — Eu realmente levei vocês lá, mas se a criança quebrou o osso ou não, ainda precisa de um atestado do hospital.
Alana: — Eu já obtive o atestado médico do seu irmão no Hospital Campos, Srta. Soares, e não houve fratura.
Alana pegou o celular.
Henrique ficou surpreso: — Como você conseguiu acessar?
Depois de falar, ele se lembrou.
Arthur havia dado a Alana acesso ao Hospital Campos.
Felipe pegou para olhar e ficou paralisado: — Foi apenas uma torção, não houve fratura.
Então agora a pouco a Dona Heloísa ainda disse...
— Como você pode bisbilhotar a privacidade dos outros? — Heloísa franziu a testa, com uma expressão feia.
Alana segurou o celular e disse: — Mãe da Srta. Soares, por favor, encare os fatos agora: essas coisas agora não se chamam privacidade, se chamam 'evidência material'.
Heloísa apertou os dedos e olhou para Alana.
Era realmente um absurdo!
Como podia existir uma vadia tão manipuladora!

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