Isabella franziu levemente a testa e viu o último homem a sair...
Ele usava uma camisa preta com botões na frente, revelando tatuagens de escrituras tailandesas espalhadas pelo pescoço. Os feitiços antigos e detalhados desciam pelo pescoço longo, e até as costas das mãos estavam cobertas de runas, transmitindo uma rara sensação de solenidade religiosa.
Ao ouvir alguém chamá-lo, ele levantou a mão, segurou os óculos escuros de armação dourada e os tirou lentamente.
Era Dante: — Dante!
Isabella o chamou novamente, desta vez com muita certeza.
Dante Valadão virou a cabeça, revelando um rosto típico do Sudeste Asiático.
Seus traços eram marcantes e profundos. Tinha cabelo preto curto e bem cortado, sobrancelhas proeminentes, nariz alto e lábios finos com uma expressão fria e rígida.
Ao ver Isabella, ele ergueu as sobrancelhas surpreso: — Oh? A nossa futura grande cientista, o que faz aqui?
Isabella viu que ele estava brincando com ela e não pôde deixar de sorrir: — Como você veio parar aqui?
— Marquei com alguém para discutir uma parceria. — Dante olhou para ela.
Isabella não quis atrapalhar e assentiu: — Então vá, nos falamos depois.
— Não tenho pressa, ela não é tão importante quanto você. Você é a futura grande cientista, a pessoa que vou encontrar não chega a um décimo de milésimo de você. — Dante acenou para os seus subordinados abrirem outra sala para conversar com Isabella e depois disse: — Vão dizer ao pessoal da Valente Tech que vou me atrasar um pouco, mandem ela esperar.
Ao ouvir isso, Isabella franziu a testa: — Você vai fazer parceria com a Valente Tech?
— Sim. — Dante assentiu, com a voz baixa e calma.
Isabella entendeu imediatamente que ele estava querendo vingá-la.

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