Arthur não teve mais nenhuma interação com ela. No caminho, ouvindo o som dela digitando no teclado, ele apenas a olhou uma vez e desviou o olhar.
Quando chegaram ao Solar dos Campos, Dona Helena e as outras vieram recebê-los pessoalmente.
Ao ver Arthur entrar primeiro, Dona Helena lançou-lhe um olhar e riu friamente: — Ora, o homem do dinheiro da nossa família Campos também veio.
Alana se aproximou e ouviu essa provocação. Ela levantou os olhos para olhar para Arthur, que apenas sorriu, sem se irritar nem um pouco.
O fato de ele ter gastado fortunas no exterior por Isabella parecia ter chegado aos ouvidos de Dona Helena.
Como Dona Helena não estava mais segurando a língua, Arthur também perdeu os escrúpulos e parou de esconder.
Portanto, ele e Isabella deviam estar próximos de algo bom.
— Alana, para a Gala de Afilhamento de amanhã, a vovó preparou roupas e joias para você, vá experimentar. — Dona Helena apressou-se a puxar Alana, e a família a cercou enquanto entravam em casa, deixando Arthur para trás.
Apenas a mãe de Arthur olhou para Arthur e Alana com um olhar de muita pena.
Na verdade, se fosse possível... ela também esperava que não houvesse divórcio; Alana era realmente muito boa.
Mais tarde, ela procuraria uma oportunidade para perguntar.
Ao entrar, Alana viu muitas roupas e joias.
Dona Helena chamou diretamente uma empregada, que segurava um conjunto de joias verde imperial, querendo colocá-las em Alana para ver como ficavam.
O avô, que estava ao lado, viu e franziu a testa: — Esse é o dote de sua família, uma relíquia de herança! No mundo todo só existem dois conjuntos iguais, e o outro está guardado em um museu! É um tesouro de valor incalculável, que muita gente daria tudo para ter!
A implicação era: Alana, você tem coragem de aceitar?
Alana não tinha coragem e, mesmo não entendendo do assunto, podia ver a preciosidade daquele verde imperial, que ainda por cima era um conjunto.
Ela acenou com as mãos recusando: — Vovó, não precisa. O Sr. Campos já preparou para mim, eu recebi ontem.

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