Alana assentiu, levantou-se e caminhou até a porta, e viu do outro lado do corredor Arthur carregando Isabella apressadamente.
Isabella estava coberta de sangue, mas dizia com muita calma: — Eu estou bem, Arthur, não se preocupe comigo. Vá checar você mesmo, você também está machucado, eu estou preocupada com você!
— Eu estou bem. — A voz de Arthur era firme e séria. Ele ergueu os olhos e viu Alana bloqueando a porta.
Sua expressão parou por um momento e, em seguida, sua voz soou nem alta nem baixa: — Saia.
Saia...
Ele mandou Alana sair de lá de dentro.
A cabeça de Alana estava pesada, e seus pensamentos ficaram lentos.
— Ela agora não queria mais ceder aquele quarto.
Antes de se mover, seu corpo foi esbarrado por Arthur, que entrou ao mesmo tempo. Ela caiu para trás e encostou-se na porta.
Naquele instante, o pé de Isabella roçou a barra da roupa na barriga dela, deixando uma marca suja cinzenta.
Alana levantou a cabeça lentamente e viu que Arthur já havia colocado Isabella na cama.
O jeito cuidadoso dele mostrava que ele a valorizava como se Isabella fosse uma boneca de porcelana em suas mãos.
O braço dele também estava sangrando continuamente, mas ele ignorou isso completamente. Sem sequer se virar, ordenou a Tiago Silva, que havia entrado logo atrás:
— Vá reunir todos os médicos do Hospital Campos aqui e verifique o sangue tipo B RH negativo no banco de sangue para fazer uma transfusão nela.
Tiago entrou, viu Alana ali e ficou surpreso: — Sra...
Em público, Alana ouviu a palavra "Sra." ser engolida por Tiago: — Como a senhora veio parar aqui?
A enfermeira se aproximou nesse momento e apoiou Alana:
— A identidade desta Srta. Soares é muito incomum, e ela é uma pesquisadora científica, não uma pessoa comum como nós. A segurança dela é muito importante! Espero que a senhora entenda. Saia primeiro, não fique bloqueando o caminho aqui.
Alana estava se sentindo muito mal.

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