Depois de ler, Alana guardou a Escritura de Divórcio Consensual: — Eu já pensei. Eu só quero o divórcio, desde que eu consiga me divorciar, está bom.
Ela ergueu a cabeça e olhou: — O que eu devo à família Campos, o Dr. Mendes calculou em dinheiro para mim? E o documento de transferência de ações, também está pronto?
— Está pronto. — O Dr. Mendes entregou tudo junto para Alana ver.
Nesse momento, o Dr. Mendes observou Alana cuidadosamente pela primeira vez.
Arthur era alguém disposto a dar. Se Alana quisesse, desde que não fossem montanhas de ouro e prata... ou talvez até montanhas de ouro e prata, desde que Arthur pudesse dar, ele daria.
Mas Alana não queria absolutamente nada.
Ela até converteu tudo o que Arthur havia dado antes e o que a família Campos havia ajudado a família dela em valores. O que podia pagar, pagaria; o que não podia, faria uma nota promissória e pagaria mensalmente.
Não por outro motivo, apenas para cortar os laços. Ninguém devia a ninguém, a partir de agora estariam quites.
Depois de ler, Alana assentiu: — Certo, sem problemas. Por favor, Dr. Mendes, me dê uma carona, vou voltar para a Mansão das Águas.
— Tudo bem. — O Dr. Mendes deu partida no carro.
A chuva ficava cada vez mais forte.
Alana chegou à Mansão das Águas e Berta saiu para recebê-la.
Alana perguntou: — A Dona Vitória está? O Sr. Campos já voltou?
Berta sentiu que Alana estava muito diferente hoje, mas balançou a cabeça: — Agora há pouco, o senhor também ligou para perguntar se a Dona Vitória tinha voltado. A Dona Vitória foi para o Solar dos Campos.
— Certo, vou dar um pulo no Solar dos Campos. — Alana sabia que a Dona Vitória estava se escondendo dela.
Quanto ao motivo de se esconder...
Sobre as coisas de hoje, se Alana dissesse que não estava decepcionada e triste, seria mentira.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Memórias Destruídas: Não Há Volta Para Nós