O garçom, seguindo a vontade da Dona Vitória, aproximou-se para pedir que Arthur fosse até lá.
Arthur disse: — Vou dar um pulo lá?
Isabella pegou o champanhe dele e assentiu: — Sim.
Observando Arthur se afastar, Isabella sentiu-se um pouco insegura e, ao mesmo tempo, olhou para Alana.
Mas percebeu que Alana já havia ido até lá por conta própria.
Ela franziu a testa.
Felipe, ainda sem saber de nada, perguntou a Isabella: — Cunhada, não vai lá cumprimentá-los? Se a Dona Vitória e o Sr. Ricardo souberem que você é tão incrível e que foi elogiada por essas grandes figuras, vão ficar sorrindo de orelha a orelha.
— Não vou agora. — Isabella sorriu, claramente sem o mesmo ânimo de antes.
Ela realmente não entendia por que a Dona Vitória preferia tanto Alana.
Ela estava prestes a se tornar aluna do Professor Simão. Em uma ocasião como a de hoje, ela lidava com aquelas pessoas com facilidade, era elogiada por tantos indivíduos com poder real, e até o Prof. Hans a conhecia tão bem.
E quanto a Alana?
Alana não entendia de nada e nem sequer tinha o direito de sentar à mesa.
Sendo franca e objetiva, o único destino que restaria para uma mulher como Alana seria dar filhos a um homem.
Felipe, no entanto, pareceu entender algo e disse: — Em uma ocasião como esta, sendo você tão excelente, cunhada, se for até lá, realmente roubará a cena da pequena estrela da sorte na Gala de 100 Dias de hoje.
Isabella deu um sorriso leve e não respondeu.
Felipe riu: — Não tem problema, eu vou lá cumprimentá-los.
Isabella originalmente queria impedir Felipe, mas ele já estava caminhando com suas pernas longas em direção à mesa principal.
Na mesa principal, Alana estava sentada ao lado de Henrique, na mesma mesa que o Prof. Hans?
Ela não pôde deixar de achar engraçado.

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