Arthur não recusou. Vendo Alana voltar, instruiu: — Leve o Sr. Ritter. Eu vou avisar o Professor Simão com antecedência.
Isso significava que Arthur não iria junto.
Markus olhou para as costas de Arthur e sorriu, explicando para Alana:
— Ouvi o seu chefe falando com a namorada no telefone agora há pouco, dizendo que voltaria logo. Eu entendi e disse para ele ir na frente. Que amor, hein? Tem poder, dinheiro, responsabilidade e é fiel. Esse foi um dos motivos pelos quais escolhi cooperar com o Sr. Campos. Eu odeio homens que ganham poder e abandonam a esposa legítima.
Alana ouviu, sorriu, mas o sorriso não chegou aos olhos.
No carro de Markus, ele perguntou: — Alana, você conhece bem a namorada do Sr. Campos? Como é a personalidade e a capacidade dela?
Foi porque Alana havia se mostrado tão excelente agora há pouco. Sua fala, comportamento e velocidade de reação aos problemas eram de primeira linha.
Isso deixou Markus ainda mais curioso sobre Isabella.
Se uma subordinada era tão incrível, então Isabella, a pessoa que Arthur amava, deveria ser ainda mais formidável.
Alana disse calmamente: — O Sr. Ritter verá quando a conhecer. Não se pode conhecer uma pessoa pela boca de outra.
Essa fala racional fez Markus gostar ainda mais de Alana e ficar mais curioso sobre Isabella.
Ao chegar ao local do banquete, Alana primeiro acomodou Markus e depois foi procurar Simão.
Henrique ouviu toda a história e não pôde deixar de dizer: — Arthur é muito calculista. Ele cooperou com Markus e conectou nossas empresas. Agora que ele trouxe alguém, não podemos recusar.
Mas Simão não disse nada.
Alana percebeu que a expressão do professor não estava boa e perguntou: — Professor, o que foi?
Simão ficou em silêncio por um longo tempo. Seu rosto escureceu antes de ele ser o primeiro a reagir: — Vocês foram manipulados por Arthur!
Henrique se assustou: — Manipulados?
Ele olhou para Alana.

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