Agora, Alana tinha um total de quatro projetos colaborativos em mãos: o projeto do governo, relacionado ao setor aeroespacial, conduzido principalmente sob a identidade de Aro.
O projeto do Sr. Otávio com o Grupo Paiva, o da família Cavalcante, e agora o do Sr. Rossi.
Felizmente, os últimos três seguiam a mesma linha.
Mas era o suficiente para mantê-la bem ocupada.
— O pessoal do Grupo Campos já iniciou o processo de cessão; você tem que se apresentar lá hoje. — Henrique olhou para a mensagem do RH.
— Tão rápido? — Alana checou a hora; ainda planejava ir ver a pequena Maya.
Henrique assentiu: — De fato, mas esse tipo de procedimento corre bem rápido. Talvez o pessoal de lá esteja com pressa mesmo. Maya está na minha casa agora; no papel, o sobrenome dela é Magalhães, anunciada como a criança adotada pelo Professor, e sendo criada na família Valente. Ninguém vai suspeitar. Quando quiser vê-la no futuro, poderá ir abertamente.
Alana assentiu.
Os pais de Henrique contrataram a melhor equipe de cuidados e tratavam Maya como uma princesa.
Os velhos até pararam de pescar, fazer compras e viajar; passavam todo o tempo em casa cuidando do bebê.
Como Alana não poderia ir nos próximos dias, ela tirou várias fotos e gravou vídeos, salvando tudo no celular.
A criança ainda era pequena e não enxergava direito.
Mas quando Alana a segurava, ela balbuciava e ria, mostrando a gengiva sem dentes, derretendo o coração de qualquer um.
Alana não queria ir embora. Abraçando a criança, esfregou o rosto nela: — Meu bebê, a mamãe vai se esforçar muito para ganhar bastante dinheiro e te dar uma vida boa, para você nunca ter que se preocupar com comida nem roupas.
Dizendo isso, Alana já tinha um plano em mente.

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