— E por acaso você não é uma amante?
Após dizer isso, Alana não deu chance de dizer mais nada e simplesmente encerrou a chamada.
Do outro lado, Isabella se sentiu irritada e estava prestes a falar quando notou que a ligação fora desligada por Alana.
De imediato, ela se sentiu bastante irritada, aquilo era...
Irritante e patético!
Mas ela se poupou do trabalho de discutir com alguém como Alana, porque independentemente do que dissesse, ela não compreenderia.
— O que houve?
A voz de Arthur veio das costas dela.
Por conta da ligação anterior de Dona Helena, o seu celular fora pego pelo pequeno Caio Soares, por isso ela não pudera atender.
Isabella havia ido procurar Arthur de propósito para saber da situação.
E também a questão sobre Sebastian...
Ela há pouco havia recebido notícias de que havia problemas na empresa de Sebastian.
E sabia que era Arthur quem a estava vingando.
Ao pensar nisso, Isabella sentiu uma doçura em seu coração, sorrindo e estendendo a mão para entregar o celular para Arthur sem esconder nada. Apenas comentou: — Alana ligou para você. Deve ser algo, por que não liga de volta para perguntar o que é?
Quanto a Alana me chamar de "amante", não adianta discutir com ela. O desespero de Alana para tentar me difamar por aí não surtiria efeito, já que ela nunca vai conseguir chegar ao meu nível.
Alana tinha inveja das suas habilidades e por mais que Alana tentasse, nunca conseguiria a atenção e afeto de Arthur, por isso sua baixa estima queria apenas sentir-se notada.
Apenas que Isabella ainda estava um pouco cautelosa.
Observando Arthur guardar o telefone sem qualquer intenção de retornar a chamada de Alana e sim pegar um documento para ler, Isabella respirou mais aliviada.
No escritório do CEO, Arthur olhou rapidamente o plano elaborado por Isabella e indagou: — Você precisa do meu envolvimento no trabalho para ajudar?
Isabella sentiu o seu coração palpitando bastante, e ela realmente quis que Arthur ajudasse sem pedir.

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