A expressão de Alana se chocou: — O que você disse?
— Você bateu nela, até para pedir desculpas precisa que eu te lembre? — Arthur a encarou,
Obviamente, querendo abafar o caso.
Mas ele nem sequer perguntou a Alana por que havia atacado.
Alana já estava acostumada com o favoritismo de Arthur.
Ela já estava acostumada há muito tempo!
Justo quando ia pegar o gravador...
— Irmão, eu quero que essa vadia morra!
Beatriz foi ajudada a se levantar, com os cantos da boca destruídos.
Ela nunca sofreu esse tipo de coisa, e não era a primeira vez que apanhava de Alana!
Apenas pedir desculpas, ela não aceitava!
— Quer que eu reproduza para a avó tudo o que você acabou de falar?!
Beatriz ia xingar, quando viu um gravador na mão de Alana.
Alana apertou e a maldição de Beatriz de agora há pouco foi reproduzida nitidamente.
Beatriz se assustou, mas logo pensou que o irmão estava ao seu lado. Ele odiava Alana, não faria nada contra ela.
O irmão com certeza ficaria do seu lado e pegaria o gravador de volta!
— Irmão, você...
Ao virar a cabeça para pedir a Arthur que recuperasse o gravador, Beatriz viu o próprio irmão encarando-a sombriamente.
O coração de Beatriz deu um salto e, assim que ia dar desculpas, ouviu Arthur acenar para o mordomo se aproximar.
— Irmão... — Beatriz chamou por instinto.
Arthur ordenou friamente: — Levem-na. A partir de agora, cortem todas as despesas e congelem todos os cartões. Sem a minha permissão, ela não pode sair do Jardim das Rosas.

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