Após o fim da cerimônia, os pais começaram a deixar o local. Orlanda e Patrick também se prepararam para ir embora.
— A mamãe já vai. Se precisar de algo, me ligue, está bem? — disse Orlanda.
Elisa assentiu.
— Tá bom.
Vendo que Orlanda parecia ter terminado, Patrick apertou levemente a bochecha de Elisa.
— O papai vem te buscar depois da aula, certo?
Elisa hesitou e virou o rosto discretamente para olhar para Orlanda.
Estava óbvio que ela preferia ouvir aquelas palavras da mãe.
Mas o celular de Orlanda tocou exatamente naquele instante, e ela não notou o olhar da filha.
Elisa desviou o olhar.
— Entendi. — disse ela, voltando-se para Orlanda em seguida. — Mamãe, pode ir cuidar das suas coisas. Eu vou voltar para a sala, a aula já vai começar.
Orlanda sorriu.
— Está bem.
Elisa acenou, e Patrick e Orlanda a observaram se afastar.
Orlanda não havia atendido a ligação antes. Só depois de ver Elisa entrar na sala de aula é que ela pegou o celular para retornar a chamada.
— Tenho outros compromissos, vou indo. — disse Patrick a ela.
Orlanda fez uma pausa e assentiu.
Patrick pegou o celular e também fez uma ligação, caminhando em direção ao estacionamento enquanto conversava.
Orlanda também precisava voltar para a Tinga.
Ambos seguiram para o estacionamento, mas mantinham uma distância de dois ou três metros entre si. Quem não os conhecesse, acharia que eram completos estranhos.
Ao chegarem, cada um entrou em seu respectivo carro e logo partiram.
Logo após a saída deles, um carro estacionado não muito longe dali também começou a se mover lentamente. A pessoa ao volante era ninguém menos que Celestina Lima.
Ela sabia que as aulas de Elisa começavam naquele dia, por isso foi até ali de propósito.
Quando viu o comportamento frio e distante entre Patrick e Orlanda pouco antes, a tensão que fazia os seus dedos apertarem o volante finalmente diminuiu.
— Fui à cerimônia de abertura das aulas da minha filha.
— ...Ah, entendi.
Se fosse esse o caso, então ela e Patrick haviam se encontrado?
Claro que ele não fez essa pergunta em voz alta. Rapidamente mudou de postura e começou a falar sobre negócios.
Depois que terminaram, Marcel Soares também entrou para discutir a agenda de trabalho dos próximos dias com Orlanda.
Quando finalizaram a conversa, já era quase meio-dia. Ele se espreguiçou e não resistiu à curiosidade.
— Você se encontrou com ele hoje. Não voltaram a falar sobre o divórcio?
Orlanda balançou a cabeça.
— Pensei nisso, mas acho que ele não concordaria.
Marcel torceu os lábios.
— É verdade. A situação entre você, ele e Celestina ainda é o centro das atenções de todo mundo. Se você tocar nesse assunto agora, não só ele, como a família dele provavelmente também vai ser contra.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
900 páginas sem nenhum romance, o que será que se passa na cabeça da escritora?...
Cadê minhas moedas? Eu nem usei tudo tinha bastante e sumiu? Que roubo é esse?...
O PIOR LIVRO!!!!!!...
Nada de novo,,,...
Quando Patrick ou Orlanda vão fazer a conversar sobre a separação e a amante… já enrolou demais isso… Já em me lembro se os dois se separaram no cartório kkkk...
O LIVRO É UMA BOSTAAAAAAA...
Apagaram meu comentário..affffffff...
Agora to interessada pra saber quem é esse Maurício Rossi.....
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...