Após a conversa com a professora, eles se sentaram nos lugares indicados.
Mal eles se sentaram, vários pais de alunos se aproximaram para cumprimentar Patrick e Orlanda e lhes entregar cartões de visita.
Ambos se levantaram para apertar as mãos e conversar com os presentes.
Depois de uma breve troca de gentilezas com os outros, a professora começou a organizar os alunos para a cerimônia de abertura.
Orlanda acariciou a cabeça de Elisa.
— Pode ir.
— Tá bom. — assentiu Elisa.
Ao responder, ela olhou para Patrick e, em seguida, para Orlanda.
É claro que ela tinha percebido que, desde que se encontraram, os dois mal trocaram uma palavra sequer.
Ela não sabia dizer desde quando, mas nas suas lembranças, os encontros entre eles sempre eram marcados por muito silêncio...
Só que no passado, ela nunca tinha prestado atenção a isso.
Seguindo as orientações da professora, Elisa foi participar da cerimônia. Patrick, Orlanda e os demais pais permaneceram em seus lugares, observando as figuras inocentes e agitadas das crianças.
Ao vê-la hoje, Orlanda percebeu que Elisa havia crescido um pouco mais. As bochechas infantis haviam diminuído, e ela já começava a ganhar os traços de uma pequena mocinha...
O tempo passava rápido demais.
Antes, ela sempre acreditou que acompanharia o crescimento de Elisa dia após dia, sem perder nenhum detalhe de sua evolução.
Mas agora...
— O tempo passa voando. Num piscar de olhos, ela já cresceu tanto.
De repente, a voz de Patrick ecoou bem perto do seu ouvido.
Ela hesitou, sabendo que ele estava falando com ela, mas não respondeu.
O olhar de Patrick também estava fixo em Elisa, sem se desviar um segundo sequer.
Ele não se importou com o silêncio de Orlanda.
Ela sentiu o olhar dele, mas, sem entender a intenção, decidiu simplesmente ignorá-lo. Patrick a observou por mais alguns instantes, deu um leve sorriso e também não falou mais nada.
Depois disso, eles praticamente não interagiram.
Para muitos pais, aquelas cerimônias escolares pareciam infantis e entediantes.
No entanto, aos olhos de Patrick e Orlanda, a percepção era diferente.
Eles permaneceram ali, observando Elisa sem demonstrar qualquer impaciência pela espera. Nos momentos de interação, sorriam e aplaudiam a filha, oferecendo todo o seu apoio.
Esse tipo de evento costumava ser cansativo para os pais, ainda mais com o sol forte daquele dia.
Orlanda pegou um lenço para enxugar o suor do rosto. Patrick estendeu‑lhe uma garrafa de água, já com a tampa aberta.
Ela hesitou por um segundo, pegou a garrafa e disse em um tom suave.
— Obrigada.
— De nada. — respondeu ele.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
900 páginas sem nenhum romance, o que será que se passa na cabeça da escritora?...
Cadê minhas moedas? Eu nem usei tudo tinha bastante e sumiu? Que roubo é esse?...
O PIOR LIVRO!!!!!!...
Nada de novo,,,...
Quando Patrick ou Orlanda vão fazer a conversar sobre a separação e a amante… já enrolou demais isso… Já em me lembro se os dois se separaram no cartório kkkk...
O LIVRO É UMA BOSTAAAAAAA...
Apagaram meu comentário..affffffff...
Agora to interessada pra saber quem é esse Maurício Rossi.....
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...