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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 732

Sua voz era suave, e naquele momento, seus olhos brilhavam com lágrimas, parecendo frágil e sem forças, o que para Osvaldo, era extremamente tentador.

Ele a observou intensamente por um bom tempo, seus olhos brilhando com emoção.

Não respondeu à fala de Denise, como se estivesse refletindo.

Denise, segurando a barra da sua camisa, levantou-se, inclinando-se para ele de uma maneira suave.

"Sr. Sampaio, desculpe... minha intromissão."

Nesse momento, a consciência de Denise não estava completamente fragmentada, mas o desconforto físico que sentia quebrou completamente sua resistência.

Ela não se preocupava com mais nada, apenas desejava aliviar a sensação de vazio e desconforto que sentia.

Ela se aproximou de Osvaldo, tentando beijar seus lábios frios e finos.

No entanto, antes que seus lábios pudessem tocar os dele, Osvaldo colocou a mão para bloqueá-los.

Osvaldo tocou os lábios de Denise com o dedo, falando suavemente.

"Sra. Martins, não posso aproveitar-me da situação."

Sua voz estava rouca.

Sem conseguir beijar os lábios dele, Denise mudou seu alvo, beijando o nó de sua garganta.

O corpo de Osvaldo ficou imediatamente rígido.

Mas Denise não pretendia parar, continuando a provocá-lo.

Seu corpo, macio e quase totalmente apoiado nele, fez com que Osvaldo a segurasse pela cintura para evitar que ela caísse, dizendo com restrição.

"Sra. Martins, você vai se arrepender amanhã."

Denise balançou a cabeça, respondendo com firmeza, "Não vou."

Osvaldo baixou os olhos para a mulher em seus braços, franzindo a testa, perguntou.

"E se não fosse eu, esta noite?"

Havia um lampejo de confusão na mente de Denise, e se não fosse Osvaldo aqui?

"Calma."

Como Denise poderia ficar calma? Ela estava desesperadamente impaciente em seu coração.

Ela nunca imaginou que se veria implorando por ajuda, apenas para ser deixada esperando.

Também odiava como seus desejos físicos dominavam toda a sua vontade naquele momento.

Osvaldo, vendo a mulher agitada em seus braços, sorriu, inclinou-se para beijá-la novamente e, curvando-se, a levantou e a colocou de volta na banheira.

"A Sra. Martins precisa se acalmar."

A água fria aliviou um pouco o desconforto, mas o vazio parecia crescer, tornando-se mais perturbador.

Denise jazia na banheira, segurando firmemente a gola da camisa de Osvaldo, mordendo o lábio, recusando-se a acreditar que não tinha charme suficiente, nem achava que o problema era dela.

Com lágrimas nos olhos, ela olhou para o rosto extremamente belo de Osvaldo, hesitando antes de falar.

"Sr. Sampaio, você... tem um problema?"

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