Ivana de repente sentiu um arrepio, completamente enfeitiçada por ele, murmurou uma resposta.
“Hmm.”
Heitor, ao receber sua resposta, tornou seus movimentos mais ousados.
A voz de Ivana sussurrava baixinho, deleitando-se com sua gentileza torturante mais uma vez.
Não se sabia quanto tempo havia passado, até que a água da banheira esfriou, foi quando Heitor finalmente a libertou.
Ela havia ficado doente recentemente e Heitor não queria que ela adoecesse novamente.
Ivana estava completamente sem forças, seu corpo mole encostado no dele, permitindo que a secasse e então a carregasse de volta para a cama.
De volta à cama, não demorou muito para Ivana cair no sono.
Heitor observava seu rosto adormecido, satisfeito, puxou-a para mais perto de si, segurando-a firme.
Seu corpo estava fervendo, Ivana sentia um pouco de calor, esticou as pernas, chutando o cobertor, colocando suas pernas longas e retas sobre ele.
Heitor sorriu resignado, ligou o ar-condicionado e puxou o cobertor sobre eles, não resistindo a dar um beijo em seu rosto.
Ivana, inconscientemente, se encolheu em seus braços, esquivando-se de seu beijo.
Heitor riu baixinho, maravilhado com o quão mágicas as mulheres podem ser; não bastasse o perfume delas no dia a dia, até a respiração parecia doce naquele momento.
Ele a abraçou, pronto para dormir, quando a tela do seu celular acendeu.
Heitor tinha o hábito de silenciar seu telefone à noite, mas ao ver a tela acesa, pegou o celular. Era uma ligação de Cristiano Lima.
Ele franziu a testa levemente, olhando para a hora, já era uma da manhã.
Desde que brigaram há dois dias, Cristiano não havia mais entrado em contato com Heitor.
Heitor então agiu como se não tivesse um amigo chamado Cristiano.
Recebendo uma ligação de Cristiano a essa hora, ele não pôde deixar de franzir a testa, atendendo.
“O que foi?”
Sua voz estava fria, lembrando do que Cristiano havia dito sobre Ivana, a frieza em seu coração só aumentava.
Ele ligou uma vez, Osvaldo não atendeu, tentou uma segunda vez, ainda sem resposta.
Ivana acordou com o barulho feito por Heitor, abriu os olhos, olhando para o homem ao seu lado, perguntou confusa.
“Tão tarde, por que você ainda não está dormindo? Problemas na empresa?”
Provavelmente, só problemas na empresa poderiam manter Heitor acordado tão tarde.
Vendo Ivana com os olhos sonolentos, Heitor passou a mão em sua cabeça, falando suavemente.
“Sim, surgiu um problema, vou ao escritório resolver, você dorme.”
Ivana murmurou um “Hmm” abafado, dizendo sonolenta.
“Não demore, amanhã temos o congresso.”
Heitor se inclinou, beijou sua bochecha, respondendo com a voz rouca, “Está bem.”
Ivana, recebendo sua resposta, ajustou-se em uma posição confortável na cama e caiu no sono profundamente.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida