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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1330

"Trabalhe comigo, eu não vou te devorar."

Osvaldo inclinou-se enquanto falava, prendendo Denise no canto da cadeira.

Denise franziu a testa, olhando para ele com um olhar ligeiramente desaprovador.

"Osvaldo! Me solte."

Osvaldo arqueou uma sobrancelha, esboçando um sorriso, e respondeu suavemente:

"Quando está feliz, é Osvaldo; quando está chateada, também é Osvaldo."

"Eu prefiro quando você me chama de Osvaldo."

Ao falar, Osvaldo mantinha um sorriso malicioso no rosto, com um tom de voz provocante.

Seu hálito quente espalhava-se pelo rosto de Denise, que sentia como se sua respiração penetrasse seus poros, percorrendo suas veias e fazendo seu sangue ferver.

Ela imediatamente ficou com as bochechas coradas.

Na cama, ela costumava chamar Osvaldo de "Osvaldo" com maior frequência.

Osvaldo, ao ver o leve rubor em seu rosto, sorriu ainda mais e perguntou suavemente:

"Neste último mês, você pensou em mim?"

Denise não respondeu; apenas desviou o olhar para a janela, evitando encarar aquele homem sedutor.

Osvaldo, percebendo sua atitude, não se irritou. Ao invés disso, ele depositou um beijo suave em seu rosto e perguntou novamente:

"Você realmente não pensou em mim?"

Denise permaneceu em silêncio.

Osvaldo suspirou levemente, inclinando-se ainda mais sobre Denise.

"Mas eu pensei em você, ao ponto de quase enlouquecer."

"Eu sinto tanto a sua falta, não pode pensar um pouquinho em mim?"

Ouvindo as palavras sussurradas de Osvaldo, o coração de Denise bateu mais rápido. Olhando para fora da janela, ela de repente percebeu que o caminho de volta para casa parecia um verdadeiro martírio.

A cabeça de Osvaldo repousava em seu pescoço, deixando-a imóvel.

Ela pensou em afastá-lo, mas então ouviu sua respiração suave.

Wendy já havia comentado que fazia muito tempo que não via Osvaldo.

Os assuntos no País Y deviam ser extremamente complicados.

Denise levantou a mão e acariciou suavemente o cabelo curto e negro de Osvaldo, seus olhos revelando um pouco de preocupação e afeição.

Ela abraçou Osvaldo levemente, soltando-o após alguns minutos, e finalmente abriu a porta e saiu do carro.

O Velho Sr. Paiva ainda não havia ido dormir, aguardando o retorno de Denise no escritório.

Ele viu o carro de Denise parar do outro lado da rua, mas como ela não descia, ficou intrigado e estava prestes a pedir para Evelina verificar a situação quando Denise finalmente abriu a porta e saiu.

Ao vê-la sair, o Velho Sr. Paiva ficou aliviado, guardou o livro que estava lendo e preparou-se para ir descansar.

No entanto, ao se levantar, viu que Denise caminhava em direção à sua porta.

O Velho Sr. Paiva franziu levemente a testa ao ver Denise levantar a mão e tocar a campainha.

Naquele instante, o coração do Velho Sr. Paiva pensou apenas: "Que desastre."

Será que ele havia sido descoberto?

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