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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1305

Quando Denise tentou falar, procurou controlar suas emoções, mas a dor pungente em seu coração insistia em não se dissipar.

A angústia era tanta que sua voz saía entrecortada por um leve soluço.

Danilo, ao ouvir as palavras de Denise, deixou transparecer em seus olhos um leve traço de compaixão.

Ele permaneceu em silêncio por um longo tempo.

Soraia estava do lado de fora, também sentindo compaixão por Denise.

Ela havia crescido ao lado de Denise e conhecia bem sua personalidade, percebendo o quanto ela realmente gostava de Osvaldo, pois caso contrário, não demonstraria tal vulnerabilidade na frente deles.

Denise respirou fundo e, rapidamente, controlou suas emoções, acalmando-se.

Ela forçou um leve sorriso e falou suavemente.

"Já organizei um carro para nos levar ao País F, vou providenciar sua alta."

Danilo assentiu com um semblante rígido, lançando um olhar de impotência para Denise.

Denise recompôs-se e saiu do quarto de hospital de Danilo, murmurando para Soraia.

"Soraia, por favor, arrume nossas coisas. Precisamos partir o quanto antes."

Ela estava preocupada que Osvaldo pudesse voltar.

Se ele aparecesse, não saberia como enfrentá-lo.

Portanto, seria melhor partir rapidamente e, se possível, nunca mais se encontrarem. Isso seria o melhor para ambos.

Denise deixou o quarto de Danilo e dirigiu-se ao escritório de Lucas.

Lucas estava ao telefone em seu escritório e, ao ver Denise se aproximar, arqueou uma sobrancelha e perguntou.

"Você veio dar alta ao Sr. Martins?"

Denise assentiu, "Sim."

Lucas ergueu os olhos e notou os olhos ligeiramente vermelhos de Denise, indicando que ela tinha chorado recentemente.

Ele estendeu o telefone para Denise.

"O Sr. Sampaio instruiu-me a não conceder a alta sem sua autorização, então Srta. Martins, você mesma terá que falar com ele."

Sua voz era calma, ainda controlando suas emoções.

Do outro lado da linha, não houve resposta imediata de Osvaldo, mergulhando o momento em um silêncio prolongado.

Denise apertou o telefone com força, lutando para formar palavras enquanto seu coração se enchia de culpa.

“Vamos nos separar em bons termos.”

Do outro lado, Osvaldo soltou um riso frio.

“Nos separar em bons termos, não seria melhor esperar até eu me recuperar?”

“Aproveitar-se do meu acidente para terminar comigo, isso é o que você chama de separar-se em bons termos?”

Denise permaneceu em silêncio, a culpa crescendo em seu coração. A mão que segurava o telefone tremia levemente, e seus olhos estavam marejados.

Quando Osvaldo não recebeu uma resposta de Denise, falou em um tom calmo.

“Denise, você está tirando minha vida.”

Denise respirou fundo, sentindo como se algo estivesse preso em sua garganta, tornando tudo ainda mais doloroso.

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