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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1172

País Y foi o primeiro destino na mira deles.

Ao chegarem lá, aqueles que buscavam estabelecer-se em País Y naturalmente tinham que pagar um certo preço. Ter uma rede de contatos por lá significava ter a chance de se firmar.

Sem contatos, a maioria acabava voltando para o mercado interno, tentando preservar o último vestígio de dignidade.

Os que se metiam em problemas e não tinham para onde fugir ficavam lá, sendo explorados até não restar mais nada.

O dinheiro não era tão fácil de ganhar lá fora, e quando se está longe de casa, não se pode confiar facilmente até mesmo nos próprios conterrâneos.

Dessa vez, Denise enfrentou problemas. O material da fábrica em seu nome foi bloqueado no porto de País Y, embora tivesse chegado, foi escondido e ela não conseguiu retirá-lo.

Em uma situação dessas, até mesmo fazer uma denúncia era inútil.

Essa foi a razão pela qual Denise teve que ir ao Jardim de Peras hoje.

Ela havia preparado vários argumentos, planejando negociar com o Sr. Paiva, e até mesmo já tinha se preparado para o pior, pagando uma taxa de "proteção" exorbitante.

No entanto, para sua surpresa, com apenas algumas palavras de Osvaldo, Severino acenou para um funcionário atrás dele, sussurrando algo ao ouvido.

O funcionário assentiu e logo se retirou do recinto.

Depois de arrumar tudo, Severino olhou para Osvaldo, que assistia despreocupadamente à peça de teatro no palco, e falou em tom suave.

“O velho tem falado muito de você ultimamente.”

“Quando você tiver um tempo, volta para a fazenda para jantar com o velho.”

“A data de falecimento da sua mãe está se aproximando, e o velho tem estado meio para baixo.”

Severino lançou um olhar para Denise, que estava sentada ao lado de Osvaldo, enquanto dizia isso.

Denise, naturalmente, sentiu o olhar não muito amistoso de Severino.

Osvaldo acenou levemente com a cabeça.

“Tudo bem, eu sei. Volto depois de amanhã.”

Severino acenou com a cabeça, levantou-se da cadeira e disse, “Então está bem.”

Osvaldo, mantendo seu olhar impassível sobre Denise, perguntou.

Severino observou a ação de Osvaldo, seus olhos se aprofundando, mas ainda assim manteve a postura hospitaleira de um anfitrião.

“Srta. Martins, seja bem-vinda a País Y.”

Ao ouvir isso, Denise respondeu educadamente, “Obrigada, Sr. Paiva, agradeço a hospitalidade no futuro.”

Severino acenou levemente com a cabeça e foi o primeiro a sair do recinto privado.

Osvaldo sorriu de canto, “Sente-se e me espere quietinha, não fique de pé para que aqueles garotos lá embaixo fiquem te encarando.”

Ao ouvir isso, Denise olhou de relance para baixo e, de fato, encontrou vários olhares audaciosos e fervorosos.

Imediatamente, ela se sentou de maneira comportada e disse baixinho a Osvaldo.

“Eu te espero.”

Ela definitivamente não queria se deparar com alguém tão problemático quanto Adonias.

Osvaldo assentiu, parecendo satisfeito com sua obediência no momento, com um sorriso ainda nos lábios, deixou o recinto privado.

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