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Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida romance Capítulo 1171

Osvaldo pendurou o casaco de Denise, em seguida, sentou-se ao lado dela na cadeira.

À direita deles, havia ainda uma cadeira vazia.

Denise reprimiu suas muitas dúvidas, desviando o olhar para o palco, apesar disso, não pôde evitar de lançar olhares ocasionais para Osvaldo, sentado ao seu lado.

Depois de entrarem na cabine privativa, ele só havia falado uma frase com ela, e desde então permanecera em silêncio, sem perguntar o motivo de sua visita aquele dia.

Seu olhar fixava-se no palco abaixo, escutando a peça em silêncio.

Quando Denise voltou a olhar para Osvaldo, viu que o homem ao seu lado também a observava.

Ela foi pega de surpresa por seu olhar indiscreto.

Uma leve expressão de embaraço apareceu nos olhos de Denise, que logo voltou a ser serena.

“Como você sabia que eu estava no Jardim das Pêras?”

Ela suspirou internamente, finalmente quebrando o silêncio.

Osvaldo desviou o olhar dela, dizendo calmamente.

“Este Jardim das Pêras pertence a mim.”

Denise hesitou por um momento, olhando para Osvaldo com uma expressão de surpresa.

Chegando lá, Denise tinha se informado sobre a história do Jardim das Pêras.

Era por isso que ela se sentiu nervosa ao entrar no Jardim das Pêras.

Porque o proprietário por trás deste estabelecimento era um ex-alto funcionário do governo de seu país.

Após sua renúncia, ele se mudou para o Brasil e estabeleceu o círculo comercial brasileiro em País Y, tornando-se uma espécie de imperador local desse círculo.

Como ele gostava de ópera, o jardim foi um presente de aniversário de seu neto para ele, quando completou oitenta anos.

“Você é o neto do Velho Sr. Paiva?”

Denise perguntou.

Osvaldo manteve sua expressão neutra, sem responder à pergunta de Denise.

Nesse momento, alguém bateu na porta da cabine privativa.

“Olá.”

“Por favor, sente-se.”

Assim que terminou de falar, Osvaldo estendeu a mão para puxar Denise de volta à cadeira, sinalizando para ela se sentar.

Denise assentiu levemente e voltou ao seu lugar.

O olhar de Severino tinha uma curiosidade velada por Denise.

Porém, Osvaldo levantou a mão para ajustar seu punho de camisa, bloqueando o olhar inquisitivo de Severino.

“Tio Paiva, a Srta. Martins é minha amiga.”

Osvaldo falou sem emoção aparente, seu rosto exibindo um leve sorriso, enganando quem não o conhecesse a pensar que tinha um temperamento amigável.

“Certo.”

“Estou ciente.”

Nos últimos anos, com o mercado interno tão imprevisível, muitas pessoas com negócios obscuros ou dinheiro ilícito escolheram fugir para o exterior.

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