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Expulsa, desbloqueei meu modo chefe supremo romance Capítulo 461

A multidão gritava lances com entusiasmo.

Uma voz irritada ecoou no ponto eletrônico de Helen. Era a Serpente Rubra. "Como assim, desertora? Quando foi que eu desertei, ou roubei alguma coisa? Foram eles que pegaram!"

Quanto mais a Serpente Rubra falava, mais furiosa ficava, rangendo os dentes ao perguntar: "Rei Demônio, está pronta?"

O olhar de Helen estava fixo no palco do leilão, no pequeno chip selado dentro de uma caixa de vidro à prova de balas.

Seus olhos se tornaram frios. "Sim."

"A Aliança Sombra da Noite tem trezentos milhões de dólares prontos. Vamos ver se conseguimos levar pelo lance normal primeiro", disse um dos anciãos da Aliança Sombra da Noite pelo ponto eletrônico. "Aqui é Merísia. Se pudermos evitar um confronto, melhor."

Helen estreitou os olhos, mas não respondeu.

De repente, um lance ecoou de um camarote privado no meio do segundo andar.

"Cem milhões."

As principais facções de Merísia, ansiosas para participar, voltaram-se para o camarote.

"É o Rex."

"Rex também está atrás do chip."

"Se Rex entrou no jogo, não temos chance..."

Os frequentadores do leilão reconheceram o camarote imediatamente e sabiam quem estava lá dentro.

Um a um, desistiram.

Rex era o novo poder ascendente na zona cinzenta de Merísia nos últimos dois anos.

Vindo de Dracóvia, seu passado era envolto em mistério. Seu estilo era dominante, seus métodos, implacáveis. Tudo o que desejava, conseguia.

Quem ousaria competir com alguém tão brutal e desconhecido?

O leiloeiro estava prestes a bater o martelo.

"Duzentos milhões."

Uma voz feminina, clara e fria, veio de outro camarote privado no segundo andar.

Não era alta, mas cortou o burburinho do salão com facilidade.

No camarote central, Rex, vestido com um terno vermelho-rubi, estava sentado com as pernas cruzadas elegantemente, os dedos brincando preguiçosamente com o dispositivo de lances.

Ao ouvir aquela voz, seus dedos pararam por um instante.

Por algum motivo, Rex pensou na mulher que vira na entrada, vestida com um vestido sereia preto.

Mesmo sem ter visto seu rosto claramente, ela não saía de sua mente.

Fazia tempo que ninguém ousava desafiá-lo tão abertamente.

Os homens ao seu lado ainda faziam piadas.

Rex soltou uma risada suave e apertou o botão de lance novamente. Sua voz grave e magnética trazia um toque de diversão. "Quinhentos milhões."

Um bilhão?

Competir comigo por algo que eu quero?

Está se superestimando.

Enquanto isso, no camarote de Helen, o ancião da Aliança Sombra da Noite estava aflito. "Rei Demônio, um bilhão... o que fazemos agora?"

A Serpente Rubra esfregou as mãos, animada. "O que mais? Vamos tomar à força."

Desde o início, o plano era claro. Mesmo que precisassem roubar, recuperariam o que pertencia à Aliança Sombra da Noite.

O ancião suspirou. "Se o vencedor fosse outro, eu apoiaria totalmente. Mas esse Rex... não é simples. Sua influência em Merísia é enorme. Tirar o chip dele seria quase impossível."

A Serpente Rubra não se importou. "E daí que é o Rex? Se mandarmos o Rei Demônio, que chance Rex tem?"

Enquanto falava, buscava o apoio de Helen. "Não é, minha querida Rei Demônio?"

Helen olhou através do vidro em direção ao camarote central.

Conseguia distinguir vagamente uma figura lá dentro, erguendo uma taça em sua direção. A provocação era evidente.

O sorriso nos lábios vermelhos de Helen se curvou lentamente, como uma caçadora mirando sua presa.

O sorriso era frio e zombeteiro.

"Hm," disse ela, calma. "Aquele bilhão pertence à Aliança Sombra da Noite. E o chip também."

A Serpente Rubra soltou um grito animado. "Isso mesmo! Essa é a Rei Demônio que eu conheço! O dinheiro é nosso, o item é nosso. Tudo é nosso!"

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