Geraldo sorriu. "Vou ficar aqui até que Jessica Pereira complete o transplante de coração. Gerenciar a empresa é parte do meu trabalho, e o progresso da pesquisa não foi afetado. Você não tem por que se sentir mal. Como acionista da empresa, você deveria prestar mais atenção à sua própria saúde. Se estiver se sentindo cansada e com falta de apetite, vá ao hospital fazer um check-up."
Celina não se considerava uma pessoa frágil e não via necessidade de ir ao hospital, mas seguiu o conselho de Geraldo e decidiu tirar a tarde de folga.
No entanto, se ela voltasse para a Avenida D agora, o mordomo acharia estranho e acabaria alertando Félix, o que seria fazer uma tempestade em copo d'água.
Então, ela decidiu almoçar em um shopping próximo antes de qualquer coisa.
Era o horário de pico do almoço, mas felizmente Janaina havia reservado uma mesa para ela com antecedência.
Quando estava prestes a entrar no elevador para o terceiro andar, ouviu uma comoção vinda do saguão atrás dela.
Ela se virou e viu uma mulher desmaiada no chão.
Reconhecendo vagamente o rosto da mulher, ela ficou surpresa por um momento e voltou.
A Sra. Franco já havia sido ajudada pelos seguranças e, ao vê-la, um sorriso apareceu em seu rosto pálido.
"Sra. Leite, que coincidência encontrá-la aqui."
Celina não se apressou em ajudá-la, apenas disse com indiferença: "Desmaiar bem atrás de mim, que coincidência, não?"
A Sra. Franco ficou constrangida por um momento e disse em voz baixa: "Eu vi você na entrada e tentei me aproximar para cumprimentá-la, mas minha hipoglicemia atacou."
Na verdade, ela a estava seguindo desde a porta da Cidade da Ciência.
"Ah, entendi."
Celina não se importou se acreditava ou não e fez um sinal para Janaina.
Janaina se aproximou e a amparou.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Eu Na UTI, Você Na Cama Da Outra!?