Depois de dizer isso, sem esperar qualquer reação de Renato, Jackson apertou forte a cintura de Celina e a levou dali.
O quarto que ele havia preparado ficava em outra área.
Celina tinha um trauma psicológico de sentir-se em prisão domiciliar.
"Jackson, se você me trancar de novo, vou acabar com a sua reputação."
Jackson ignorou a resistência dela, abriu a porta e, de expressão impassível, a empurrou com força.
O empurrão foi tão forte que Celina cambaleou alguns passos, e seus joelhos bateram com força no chão de madeira.
Ao levantar a cabeça, seus olhos deram de frente com as pontas dos pés de Alice, pintadas com esmalte vermelho vivo.
Alice estava de pernas cruzadas, usando um maiô bem ousado sentada no sofá, olhando para ela de cima.
"Cuidado, cunhada. Se você se machucar caindo, meu irmão vai ficar com pena."
"Ela já não merece mais esse cuidado."
Jackson foi até o sofá e sentou-se.
Alice, como um gato manhoso, se encostou no braço dele e lançou um sorriso provocante para Celina.
Celina se levantou sozinha, olhando friamente para os dois, com um leve sorriso sarcástico nos lábios.
"Então, Diretor Tavares, o senhor está me convidando para assistir ao show particular de vocês sem pagar ingresso?"
O olhar de Jackson ficou sombrio, enquanto Alice se levantou e foi até o bar escolher um vinho tinto.
"Irmão, esse tem gosto de frutas, o teor alcoólico é baixo, perfeito para tomar no ofurô."
Ela serviu duas taças, entregou uma para Jackson e levou a outra até a boca de Celina.
Celina virou o rosto, o olhar cheio de desprezo.
"Ah, cunhada, você me despreza tanto assim?"
Alice fingiu estar magoada, mas no momento seguinte segurou o queixo de Celina com força.
"Mas eu faço questão que você beba."
O olhar de Celina endureceu; ela agarrou o pulso de Alice e a empurrou com força.
Alice girou levemente o punho, e todo o vinho acabou derramado sobre as roupas de Celina, manchando de forma gritante.


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