Emeriel estava chorando agora, mas também rindo, o som uma bagunça de ambos.
Seu macho não se importava. Ele a beijava por todo o rosto, frenético e sem restrições. -Eu posso sentir você-, murmurou entre beijos.
-Eu t-também posso sentir você-, ela engasgou, suas mãos percorrendo, tentando tocá-lo onde quer que pudesse alcançar.
-Seu cheiro... Ukrae, seu maldito cheiro...- Seu cheiro cresceu alto, frenético, enlouquecido. Esfregando seu nariz e boca ao longo de seu pescoço, ombro, seios. -Eu sabia que você cheirava bem, incrível, mas agora - deuses, os sete deuses - seu cheiro está amplificado. O que o
Ele rosnou, então rondou, vibrando contra ela enquanto seu falo endurecia mais uma vez, duro e quente atrás dela.
-Eu preciso ter você de novo. Eu não posso... deuses!- Uma mão forte levantou sua perna enquanto ele se alinhava novamente, e com um impulso brusco, ele estava dentro dela mais uma vez.
Ela ofegou, aninhando a cabeça contra seu peito. A sensação... era fora deste mundo. Além das palavras e da compreensão.
-Estou muito fundo-, ele ronronou, segurando-a firmemente. -Você sente desconforto? Devo recuar?
-Não-, ela conseguiu dizer através da onda de sensação. -Você se sente... tão bem.
-Foda-se... foda-se.- Seus quadris se moviam descoordenados como se ele não pudesse se controlar. Puxando-a de volta para ele, descansando a cabeça dela na cama apenas para enterrar o rosto em seu pescoço. Lá ele ficou, respirando-a, seus quadris se movendo em curtos, duros impulsos, sua respiração áspera contra a pele dela.
Uma de suas mãos acariciava seu filho, a outra entrelaçava seus dedos.
Sentir as emoções um do outro era algo completamente diferente. As dele eram loucas. Selvagens. Intensas.
E pela primeira vez, Emeriel se viu através dos olhos de sua mente, e o que ela viu lhe tirou o fôlego. Ela sempre soube que Daemonikai era intenso. Mas isso? Ela nunca imaginou.
Seu amor, fome e necessidade. Era avassalador.
Ele continuou a respirá-la, cheirá-la, sua língua arrastando sobre a pele sensível de seu pescoço, delirando com isso a cada impulso dentro dela. Lágrimas de imensa alegria e incredulidade caíram novamente.
Sua reverência pelo corpo dela, sua obsessão. Ele quer viver dentro de mim.
-Está tudo bem-, ele rosnou em sua garganta. -Olhe o quanto quiser, minha estrela. Meus escudos estão baixos. Veja tudo. Palavras nunca foram meu ponto forte, mas eu sempre quis mostrar a você como eu te vejo. O que você é para mim. Como você me faz sentir.- Seus dentes arranharam sua pele. -Olhe o quanto quiser, e se desfaça por mim como sempre faz. Só que desta vez... faça isso sabendo o quão viciante eu te acho.
Seu clímax a atingiu. Ela se desfez em seus braços, quebrando com um grito cru.
-Sim-, ele sibilou, seus movimentos mais profundos, selvagens. -Desfaça-se sabendo que sua presença, seu prazer, seu corpo... é meu festival à luz da lua.- Seus lábios quentes em sua pele. -Aperte ao redor do meu pau sabendo o quanto eu adoro isso.
Seus gritos aumentaram, selvagens e altos, seu rosto corando profundamente.
-Foda-se, você está me encharcando, Emeriel-, ele gemeu, os dentes cerrados. -Sua pequena buceta doce está me dando um banho maldito. Você sexy pequena ninfa do mar.
••••
Ela gostava da sujeira verbal. Sua pequena princesa primorosa - esta era sua verdade. Daemonikai sempre soube, mas agora ele sente cada emoção pecaminosa que sua língua suja evocava dentro dela. E deuses, era adorável. A maneira como sua timidez e maldade se entrelaçavam. A maneira como seu prazer florescia sob suas palavras.
Ela gritou, suas emoções explodindo através de seu vínculo.
<Foda, foda! Merda!> Não é de se admirar que ela desmaiasse tão facilmente quando ele a pegava assim. Era avassalador.
Ela estava tão sobrecarregada. Daemonikai sempre soube que ela era sensível, mas sentir isso em primeira mão era algo completamente diferente. Não é de se admirar que ela fosse uma gritadora constante e propensa a desmaios. Ela era super sensível até ao menor toque.
Ele estava humilde, sortudo e tão orgulhoso. Quantas dela havia neste mundo? Apenas uma, e ela era dele. Minha.
Sua mente lógica sabia que ele a tinha exaurido. Ele era insaciável, e ela estava grávida de sete meses. Ele deveria se controlar, ser gentil, cuidadoso e menos animal. Mas seus instintos queriam tomar. Continuar. Ele sentiu falta dela. Esses meses dolorosos fora dela deveriam entrar para a história como uma forma de tortura.
E agora ele estava dentro dela novamente, Daemonikai só queria ficar lá. Era pedir demais?

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...