NOTA DO AUTOR:
Queridos leitores,
Eu queria avisar rapidamente que não estarei postando nos próximos 4 a 5 dias. Peço desculpas pela pausa, mas estarei ausente por um tempo devido a questões pessoais.
Eu realmente não tirei um tempo de folga - mais do que um dia - desde que comecei a postar esses capítulos, mas agora, eu realmente preciso dessa pausa. Pensei que era justo avisar a todos vocês.
Mal posso esperar para vê-los quando eu voltar.
Enviando todo o meu amor,
Beijo Leilani
-Tiara. Minha companheira morta.
-Oh...
-Eu a vi morrer, sabe.- Tristeza se insinuou em seu tom. -Ela foi cortada por um humano bem diante dos meus olhos. Depois de recitar o Hav’zie de Baah, e nada aconteceu, o frio se instalou. Percebi que a perderia de verdade. Uma fêmea que só se tornara oficialmente minha uma semana antes, depois de milênios de ligações fracassadas.
-Sinto muito,- ela desejou poder tirar a dor dele.
-Eu estava devastado. Gritando, implorando para que ela não partisse. E enquanto ela morria em meus braços, ela segurou minhas bochechas e disse, ‘Vai ficar tudo bem’.
O coração de Aekeira estava apertando dolorosamente. Ela pressionou a mão sobre ele, tentando acalmar a dor.
-Eu disse a ela que nunca mais ficaria tudo bem se ela morresse.- Sua voz ficou rouca. -Eu disse a ela, ‘Se você ousar me deixar, você é o ser mais perverso que já existiu. Não os deuses, não os humanos - você, Tiara’.
Lágrimas escorriam pelas bochechas dela.
Uma única lágrima desceu pela bochecha dele. -Essas foram minhas palavras exatas enquanto pressionava minhas mãos contra o estômago sangrando dela, desesperado para parar o fluxo.
Aekeira sentiu sua agonia, como se tivesse vivido isso ela mesma. Por que doía tanto? Por que parecia... familiar?
-Tiara sorriu entre as lágrimas, e me disse, ‘Isso não é o fim’.
Aekeira estremeceu.
-Por quinhentos anos, não acreditei em uma única palavra disso. Como poderia? Meu mundo desmoronou naquela noite?- A sombra do passado se dissipou de seus olhos, e o presente - ela - preencheu sua visão. -Mas esta noite, pela primeira vez em tanto tempo... eu lembro de suas palavras novamente. E agora, finalmente fazem sentido para mim.
-Vai ficar tudo bem?- Aekeira sussurrou.
-Está tudo bem agora.- Outra lágrima rolou pela bochecha dele. -Tudo está bem agora, Aekeira.
GRAND KING DAEMONIKAI
Hei esperou. Mas nada aconteceu.
Sem resistência. Sem rejeição.
A bainha trêmula de Emeriel permaneceu envolvendo-o como um torno quente e sedoso, o prazer subindo por sua espinha como fogo. Recuando, ele se retirou apenas o suficiente antes de deslizar novamente.
Emeriel gemeu. Um som de puro êxtase, não a dor que havia marcado seus delicados traços anteriormente quando ele tentou penetrá-la.
Ela o havia aceitado. Seu corpo o reconheceu mais uma vez - como ele. Seu Amado. Sua Ligação de Alma.
A garganta de Daemonikai apertou. A tensão que o atormentava a noite toda se dissipou como uma serpente enroscada finalmente se libertando. Ele podia respirar novamente.
-Mova... Eu preciso de mais.
Apoianco os antebraços em cada lado de sua cabeça, Daemonikai deu a ela exatamente o que ela queria. O que seu calor exigia. O que ele ansiava a noite toda.
Suas liberações anteriores o haviam estabilizado, permitindo-lhe mais controle. Cada movimento que ele lhe dava era calculado, cada ângulo... direcionado para o máximo prazer. Ele arrancava os gemidos mais pecaminosos dela.
E logo, ele a fez voar para o abismo do êxtase.
Emeriel cantava a melodia mais erótica. -Meu rei, meu rei, meu rei - oh, é tão bom - ahhh!
E Daemonikai não pôde resistir a inclinar os lábios sobre os dela e engolir seus gemidos enquanto angulava os quadris e penetrava. Profundo, tão profundo que a cabeça romba de seu membro se chocava contra a boca esponjosa de seu útero selado.
Daemonikai desferiu golpe após golpe direcionados diretamente para aquela porta delicada. Perfurando-a, abusando dela, empurrando contra sua boca esponjosa repetidamente.

Suas coxas, que amorteciam cada lado de seus quadris, se abriram em rendição impotente enquanto tremores a atingiam. Seus dedos dos pés se enrolavam e desenrolavam furiosamente. Seus olhos se abriam largos - mais largos - ainda mais a cada segundo que passava.
Então, a bomba-relógio que ele estava construindo dentro dela explodiu.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...