Oh, meu Vladya. O coração de Aekeira apertou em seu peito. Suas palavras poderiam ter sido distantes, até mesmo clínicas, mas ela estava aprendendo a ler os sutis nuances desse homem.
Ele estava sofrendo. Mais do que estava disposto a admitir.
-Que tipo de pessoa não consegue sentir verdadeira felicidade pelo amigo sem que esses sentimentos feios a contaminem?- Ele exalou, o ar quente acariciando sua coxa. -Eu mudei, muito. Às vezes olho no espelho e não reconheço o homem que está me encarando.
-Você deveria ser mais gentil consigo mesmo.- Ela acariciou seu cabelo de maneira reconfortante, oferecendo conforto. -Você está sofrendo pelas mãos lentas de uma loucura iminente.- Doeu dizer as palavras, mas ela se forçou a continuar. -Estava lendo sobre isso outro dia na biblioteca. Isso me ajudou a entender o que você está passando. As pessoas perdem tudo o que são, pouco a pouco. Toda a bondade, amor e memórias são lentamente retiradas, substituídas pelo ódio, crueldade, a necessidade de machucar e destruir. O abismo do nada.
Ela pausou, deixando isso afundar. -Sem mencionar a sua falta de alma. Quanto de bondade uma pessoa pode sentir quando não tem alma?
Lord Vladya se moveu, virando a cabeça para olhar para cima para ela. Seu olhar se moveu lentamente, a observando.
Aekeira corou enquanto seus olhos percorriam seu rosto, descendo pelo pescoço e parando nos seios. Seus mamilos se destacaram sob seu olhar. Ela fez um pequeno som tímido, levantando as mãos para cobri-los.
Mas as mãos do grande senhor foram mais rápidas, cercando seus pulsos e segurando-os gentilmente, mas firmemente no lugar.
Seus olhos caíram para baixo, e ele encarou entre suas coxas separadas.
Aekeira se sentiu completamente exposta, incapaz de se esconder.
Finalmente, seus olhos vagantes voltaram para seu rosto corado. -Como você é real?
Antes que seu cérebro cheio de luxúria pudesse processar essas palavras, ele se levantou e esmagou seus lábios nos dela.
O beijo foi lento, explorador. Seus lábios se moviam contra os dela, e Aekeira suspirou, fechando os olhos. Ela abriu os lábios, e sua língua penetrou, enviando arrepios por sua espinha.
Cada terminação nervosa se acendeu. Lord Vladya aprofundou o beijo, ficando mais exigente, ele se levantou até pairar sobre ela. Uma mão se espalhou pelo pescoço dela, acariciando, roçando a pele sensível ali, enquanto a outra encontrava seu mamilo e o beliscava.
Aekeira se contorceu. Ele beliscou e puxou, enviando pulsos agudos de prazer por ela. O fogo se acendeu em suas veias, calor líquido se acumulando profundamente em seu núcleo feminino. Enquanto ele brincava com seus seios e a beijava profundamente, o corpo de Aekeira ganhou vida plenamente.
Quando ele se afastou, cada parte dela zumbia com desejo. Olhos escuros de luxúria, pupilas dilatadas, sua respiração alta, lábios úmidos e inchados.
-Pequena bruxa.- O desejo era claro em seus olhos. Ele pressionou os lábios contra os dela mais uma vez, beijando-a famintamente como se não pudesse ter o suficiente. Quando ele se afastou, sua voz baixou uma oitava. -Pequena bruxa sexy.
Um impulso preencheu Aekeira. Familiar e forte, como a noite na floresta. Levantando-se de joelhos, com um gemido de rendição, ela virou-se, abriu as coxas e agarrou suas nádegas. Completamente exposta.
Ela ouviu um rosnado baixo, seguido por um som tão suave que Aekeira ainda tinha dificuldade em acreditar que vinha de seu grande senhor. Um prolongado rugido.
Aekeira absorveu isso. Ela nunca se cansaria de ouvi-lo.
-Meu monstro adora isso. Sua submissão,- disse Lord Vladya roucamente. -Isso nos faz sentir coisas.
O farfalhar de roupas chamou sua atenção. Olhando por cima do ombro, ela viu sua ereção, dura e pronta, uma gota de pré-gozo na ponta.
Seu coração palpitou. Aekeira olhou à frente, observando as cortinas dançarem lentamente na brisa. Cada beijo traçava um caminho mais baixo, criando arrepios e calor nela.
Ah...! O calor a envolveu, queimando-a viva por dentro, mas em vez de dor, havia êxtase. Prazer em sua forma mais pura. Intocado.
Gemidos encheram o ar. Pequenos choros e gemidos desesperados, todos dela, enquanto ele a levava mais alto e mais alto. Ele pausou, sua respiração quente contra sua pele, deslizando um terceiro dedo dentro.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...