EMERIEL
O olhar de Emeriel segurou o do grande rei como um rato preso em uma armadilha. Quando ele acordou? Há quanto tempo ele estava observando-a?
O que ela deveria fazer? Parar e se afastar dele?
Emeriel gemeu. Ela não queria parar.
Seus quadris se moveram sozinhos, esfregando-se contra ele, porque ela não conseguia se conter. Emeriel fodeu seu canal faminto com apenas a ponta de sua cabeça, soltando um gemido rouco à medida que o prazer crescia dentro dela.
-Olhe para você. Tão vadia.- Sua voz era baixa, sedutoramente repreensiva. -Você nem se importa se eu estava dormindo. Você quer tanto que estava disposta a roubar. Não é essa a verdade, jovem princesa?
Vergonha se misturou com timidez, lavando-a. Olhos baixos, Emeriel deu um aceno brusco, suas bochechas corando de calor.
-Você está envergonhada, mas isso não te impede de se mover.- Ele sorriu. -Pare.
-Por favor...- ela chorou, desesperadamente se esfregando contra ele. Oh, tão bom.
-Pare, agora.
Foi preciso cada grama de sua força de vontade para obedecer. Emeriel parou, seus olhos lacrimejando.
-Boa garota. Olhe para você, praticamente tremendo de esforço para manter essa posição sem afundar. Você quer tanto.
-Eu quero,- ela sussurrou, sua voz tremendo de desejo. -Por favor, me deixe ter.
-O que você quer?- Rei Daemonikai a observava como um falcão, seu olhar varrendo seu rosto corado até suas pernas abertas... focando no exato ponto onde estavam intimamente unidos. Seus olhos escureceram. -Diga, Galilea.
-Seu homem-homem,- seu murmúrio era tão baixo que era quase incoerente.
-Peça por isso.
Emeriel soltou um gemido suave, seus braços varrendo o rosto enquanto escondia os olhos em seus seios, balançando a cabeça.
Ele riu, claramente desfrutando de sua luta. -Se você quer tanto, Galilea, então peça por isso.
Sua vergonha se aprofundou, espalhando-se por seu rosto como fogo. -Por favor, eu preciso do seu homem-homem dentro de mim.
-Então vá em frente. Pegue tudo. Cada centímetro.
Cada centímetro? Emeriel não estava certa disso, mas sua ansiedade a impulsionava para frente. Retirando os braços, ela retomou sua descida, soltando um suspiro suave e trêmulo, à medida que, centímetro por centímetro, o levava para dentro.
Suas paredes internas se esticaram para acomodar sua impressionante espessura enquanto o levava mais fundo, mãos espalmadas em seu peito largo para equilíbrio. Um gemido escapou de seus lábios, mais alto desta vez, à medida que ela o sentia preencher completamente.
-Sim. Aceite como uma boa garota.- Sua voz era ainda mais profunda, como um trovão distante.
Tão grande. Tão cheio. Emeriel estava no paraíso.
Mas, à medida que ele alcançava mais fundo, ele atingiu um ponto sensível, e ela parou abruptamente. Um agudo arrepio de prazer percorreu seu corpo quando sua ponta pressionou contra seu colo do útero. A boca de seu útero.
A intensidade da sensação a fez ofegar, o êxtase tão pungente que era quase demais. E ainda assim, seu homem nem estava na metade.

-Parece...parece...- Bom-ótimo-intenso-incrível.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...