—
Lorenzo também viu o post no Instagram dela.
Ele franziu a testa.
Quis ligar e perguntar a ela, mas acabou se contendo.
Ele não acreditava que ela tivesse mesmo assinado os papéis de casamento.
Ela não era impulsiva. Mesmo que tivessem terminado para valer, ela consideraria muito bem antes de se casar.
Ela não faria como nas novelas: terminando hoje e procurando alguém para casar amanhã, por vingança.
Ela era muito madura e prudente.
Mas, às vezes, essa prudência era excessiva... não era agradável.
Ele lembrou do carro de Porto Real em que ela entrou de manhã.
Ele sentiu um desconforto.
O WhatsApp de Lorenzo também foi bombardeado por mensagens. Várias pessoas vieram perguntar por que ele tinha casado de repente, mandando os parabéns e coisas do tipo.
Depois que ela comentou que não era com ele e que já tinham terminado, o número de pessoas curiosas só aumentou.
Irritado, ele silenciou o celular. Sentou-se em sua cadeira, sem a menor vontade de trabalhar.
—
Isabella saiu do escritório e, quando estava prestes a pegar um táxi, viu o carro de Dante parado na entrada. Ela caminhou na direção do veículo.
Ao vê-la, ele desceu e abriu a porta do carro.
— Por que você veio? — Ela perguntou.
Dante: — ...Vim te buscar depois do trabalho. Vamos.
Isabella: — ...Ah.
Ela o seguiu para dentro do carro.
Sentiu algo indescritível no peito e olhou para Dante enquanto ele dirigia. Sentiu-se um pouco deslocada.
Quando parou para reparar, percebeu que aquele não era o caminho para a sua casa e perguntou: — Para onde vamos?
Dante: — Jantar.
Ela não disse mais nada.
Os dois foram a um restaurante ocidental com um ótimo ambiente. Champanhe, velas, flores, o som agradável do piano, a comida deliciosa e o aroma perfumado no ar...


VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse casamento arranjado: do falso ao verdadeiro amor