Depois do trabalho, Isabella retocou a maquiagem e foi ao restaurante combinado. Ao chegar, deu uma olhada e logo viu Dante.
Ele estava sentado de forma elegante, com a cabeça levemente abaixada olhando o celular. O perfil perfeito atraía olhares dos outros clientes.
Isabella caminhou até ele.
— Sr. Albuquerque.
Ela cumprimentou.
Dante ergueu os olhos, a viu, guardou o celular e assentiu para cumprimentá-la: — Srta. Valente.
Levantou-se e puxou a cadeira para ela. Fez um gesto para ela sentar.
Isabella olhou para a mão dele. Dedos longos, de ossos aparentes. Muito bonitos.
Ele realmente era um homem de aparência boa e refinada em todos os aspectos.
Isabella assentiu com um leve sorriso e sentou-se.
— Obrigada.
Dante também sentou-se, pegou o menu e entregou para ela: — Veja o que a Srta. Valente quer pedir.
Ela pegou o cardápio, escolheu dois pratos e o devolveu para Dante. Dante pediu mais dois e entregou o menu para o garçom.
O garçom saiu.
Isabella olhou para Dante, meio sem jeito.
Era a primeira vez que ela ia a um encontro às cegas.
Qual era o processo para isso?
Não tinha experiência, mas embora nunca tivesse comido carne de porco, já tinha visto o porco correr. Era só perguntar de carro, casa, carreira, etc.
Mas o Dante tinha tudo isso. Ela sabia, de modo geral.
Inúmeros carros e mansões. Era o líder encarregado de expandir o Grupo Albuquerque para o continente, sob o título de segundo filho.
Enquanto Isabella pensava em como iniciar a conversa, Dante falou.
— A Srta. Valente está livre depois de amanhã? — perguntou Dante.
Isabella ficou surpresa: — Hã?
— Meu pai consultou um Mestre. De acordo com a nossa compatibilidade astrológica, depois de amanhã é um bom dia para assinar os papéis do casamento. — Ele disse.
— ...O quê? — Isabella achou que tivesse ouvido errado.
Certidão?
Qual certidão?
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