Chegando ao banheiro, Jaqueline começou a vomitar.
George esperava ansiosamente do lado de fora da porta.
Após algum tempo, ela saiu, pálida.
— Jaqueline, a culpa é minha. Se você realmente não quer se casar, tudo bem. Eu vou falar a verdade para o meu pai, não tem problema. Você não precisa fazer isso por mim...
— Eu estou bem. — Jaqueline consolou. — É apenas a reação normal do enjoo, não é nada sério, não tem a ver com você.
Para que ele não se preocupasse, Jaqueline lhe lançou um sorriso gentil:
— Está tudo bem, vamos sair, não vamos deixar eles esperando.
Eles percorreram alguns corredores antes de voltar à sala de estar.
Jaqueline fez questão de levar George para um banheiro mais afastado, preocupada que seu vômito de gravidez pudesse ser ouvido.
Ela pensava que se a família Cardoso descobrisse que ela estava grávida do ex-marido e se casando com George, seria difícil explicar.
Embora ela e George não estivessem realmente se casando, precisavam fazer parecer real.
De volta à sala de estar, George, não querendo que Jaqueline enfrentasse pressão ali, disse:
— Pais, vou levar Jaqueline de volta para casa, descansem.
Reginaldo se levantou e disse:
— Já é tarde, fiquem aqui e durmam. Amanhã cedo mando um carro levá-los para pegar a certidão de casamento.
Jaqueline disse:
— Sr. Reginaldo, minha carteira de identidade está em casa. Preciso buscá-la para pegar a certidão amanhã.
Reginaldo pensou um momento:
— Tudo bem, amanhã mandarei um assistente esperar por vocês no cartório civil. Ele acompanhará todo o processo, e depois de pegarem a certidão, vocês voltam aqui para discutirmos o restante.
Jaqueline assentiu:
— Certo.
Após a conversa, todos se dispersaram.
Jaqueline e George entraram no carro.

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