A expressão no rosto de George se tornou gradualmente rígida, e um vislumbre de profunda desolação brilhou em seus olhos.
Após um longo momento, ele esboçou um sorriso fraco:
— É, somos apenas amigos.
Jaqueline percebeu o desânimo de George e notou que seu tom havia sido um tanto severo.
— George, não estou te culpando. Sei que você fica nervoso quando vê a garota que gosta por perto, então você se afasta. Você tem medo de que ela não goste de você. Mas, agindo assim, você nunca vai conquistá-la. Se você tem medo, nunca terá coragem de tomar a iniciativa.
George sorriu amargamente:
— Você realmente deseja tanto assim que eu fique com ela?
— Não é isso que você quer? — Jaqueline retrucou. — Quando você falava dela antes, seus olhos brilhavam de amor. George, esse é o seu desejo. Eu só quero te ajudar a dar o passo que você tem medo de dar. Depois de resolvermos o seu problema, irei embora.
Jaqueline se referia não apenas ao problema amoroso de George, mas também aos problemas dele com seu pai.
Só depois que seu pai encontrasse Nádia os problemas de George seriam verdadeiramente resolvidos, e ela poderia partir.
No entanto, ela não podia contar isso a George.
— Você vai embora? — George franziu a testa. — Para onde você vai?
— Minha barriga está crescendo, não posso ficar aqui por muito tempo, ou serei descoberta. Então, preciso encontrar um lugar onde ninguém me conheça para ter meu filho.
George sorriu de repente.
Jaqueline ficou confusa:

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