Isabelly se animou de imediato, como uma criança que se acalma facilmente.
— Viu só, irmão? Você ouviu? Você estava me repreendendo, e a Jaqueline nem sequer está irritada comigo. Você que está interferindo demais.
Ao ver George franzir a testa, Jaqueline se apressou em intervir:
— Por favor, parem de brigar, especialmente por minha causa. Isso realmente me deixa triste.
Percebendo a expressão de desconforto em Jaqueline, os irmãos imediatamente se silenciaram.
Com a cessação da discussão, Jaqueline pôde finalmente relaxar. Ela ergueu a cabeça e notou o curativo na testa de George, que já havia sido tratado.
— George, você se machucou em algum outro lugar?
Quando ela chegou à Mansão dos Cardoso naquele dia, a testa de George já exibia a ferida, e ela não sabia se ele havia sido agredido de outra forma pelo pai antes disso.
— Não se preocupe, Jaqueline. — Disse Isabelly. — A pele do meu irmão é realmente grossa.
George queria rebater Isabelly, mas, com Jaqueline presente, se conteve para não deixá-la aborrecida.
— Isabelly, pode parar de mencionar sempre seu irmão? — Jaqueline repentinamente adotou um tom mais sério.
Isabelly ficou surpresa:
— O quê?
— Apesar de eu também preferir que ele não discuta com você, não é adequado você estar sempre falando dele, especialmente na frente dos outros.
Jaqueline tratava ambos de maneira igualitária e, naturalmente, não favorecia completamente Isabelly.
— Eu não estou tirando a dignidade dele, a dignidade dele não depende de mim. — Murmurou Isabelly, baixinho, como uma criança repreendida pelos pais, relutante, porém sem ousar falar alto.
Jaqueline balançou a cabeça, resignada, e suspirou suavemente.
— Por que você está suspirando? Eu vou te ouvir, não vou falar mais. — Isabelly expressou seu medo de Jaqueline ficar zangada com ela, o que poderia diminuir sua estima por ela ainda mais.

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