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Esposa grávida fugiu, o CEO marido lutou para a reconquistar romance Capítulo 329

Jaqueline foi despertada pontualmente pelo alarme, era exatamente meio-dia, a hora do almoço.

Ela ainda se sentia tonta e sonolenta.

No entanto, ao verificar a hora, percebeu que não podia continuar dormindo, caso contrário, enfrentaria dificuldades para dormir à noite, e a desordem de seu ciclo circadiano se tornaria problemática.

Se não estivesse grávida, talvez isso não importasse tanto, mas agora tudo devia ser considerado em função do bebê.

Depois de se levantar meio atordoada, se dirigiu ao banheiro, lavou o rosto, escovou os dentes, tomou um banho e vestiu roupas limpas.

Ao sair do banheiro, se sentiu muito mais relaxada e não tão cansada.

Jaqueline foi até o escritório e pegou seus cadernos.

Nádia tinha acabado de retornar das compras.

Com os cadernos em mãos, ela deixou o escritório e, ao avistar Nádia, se apressou em sua direção:

— Sogra, descobri vários problemas ontem. Veja, estes são os dados do último trimestre do Grupo Nuvem Branca...

— Eu já vi tudo. — Interrompeu Nádia enquanto colocava as compras na mesa. — Enquanto você dormia, eu li suas anotações. Junto com aqueles documentos, entendi suas descobertas. O Grupo Nuvem Branca realmente tem problemas, por fora parece tudo bem, mas por dentro é um caos.

— Como eles conseguiram com um índice de alavancagem tão alto e com dados claramente falsificados escapar da fiscalização e conseguir se listar na bolsa?

Nádia sorriu, sem dizer nada, olhando para ela com um olhar significativo por alguns segundos. Jaqueline imediatamente entendeu.

Foi simplesmente "suborno".

Essas coisas já não eram surpreendentes.

— O Grupo Nuvem Branca também tentou me subornar para conseguir um empréstimo, mas eu não aceitei. Se eu tivesse aceitado o suborno e emprestado dinheiro para uma empresa dessas, as consequências seriam impensáveis. Como presidente do banco, devo ser responsável pelo dinheiro dos depositantes.

— No setor financeiro, pessoas com consciência como você são raras. — Jaqueline a admirava.

— Não fale assim. Não sou tão consciente quanto você pensa. Apenas entendo melhor como maximizar benefícios e minimizar danos, e isso é algo que você também precisa aprender.

— Maximizar benefícios e minimizar danos. — Repetiu Jaqueline, gravando essas palavras. — Entendi.

Nesse momento, o celular de Jaqueline, que estava no quarto, tocou.

— Sogra, vou atender uma ligação. — Avisou Jaqueline, pegando o notebook e voltando para o quarto. Pouco depois, ela saiu correndo do quarto, segurando o celular e o notebook. — Desculpe, surgiram imprevistos e preciso sair.

— O que aconteceu?

— Um amigo meu teve um problema, preciso ajudar.

— É sério? Precisa da minha ajuda?

— Isso... — Jaqueline pensou por um momento. — Talvez eu precise sim. Qualquer coisa, eu te ligo. Agora, preciso ir.

— Você não vai almoçar então?

— Não, não dá tempo, preciso ir agora.

— Quer que eu te leve? — Perguntou Nádia, correndo atrás dela.

— Não precisa, vou de carro.

— Então dirija com cuidado, não vá muito rápido, vá devagar, não avance o sinal vermelho, não se apresse demais.

— Tá bom.

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