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Encontros do Destino Após Longo Adeus romance Capítulo 339

"Então é assim, até você acha que a culpa é minha. Você, Fernando, nós três somos amigos há mais de dez anos, e agora, por causa de outras pessoas, vocês me deixam de lado. Muito bem, se é assim, então não somos mais amigos!"

"Estamos terminando nossa amizade!"

Depois de dizer isso, Natália enxugou as lágrimas e virou-se para sair com passos largos.

Fernanda estalou os dedos e soltou um assobio, comemorando sua vitória.

"Já está ficando tarde, vou te levar para casa." Fernando, depois de um longo silêncio, falou de repente.

Fernanda fez uma careta. "Tudo bem."

Olavo ergueu uma sobrancelha e olhou para Nadia, perguntando silenciosamente se ela queria ir.

"Sim, vamos sair também." Assim que terminou de falar, Nadia percebeu seu erro, o que esse 'nós' significava, então rapidamente corrigiu: "Eu também vou embora."

Olavo sorriu para baixo. "Estamos indo na mesma direção, eu te levo."

Que coincidência, ele nem sabia onde ela morava e já dizia que era no caminho.

Nadia acenou com a mão. "Não precisa, eu posso pegar um táxi. Ainda não é tarde, é fácil conseguir um táxi agora."

Olavo insistiu: "Não, pegar táxi não é seguro, eu te levo."

Seu olhar era intenso, sua atitude inflexível.

Nadia, sem opções, teve que aceitar.

Os quatro se dirigiram para a saída do bar, com Olavo e Fernando caminhando à frente, e Nadia e Fernanda atrás.

Fernanda puxou a manga de Nadia e sussurrou em seu ouvido: "Olavo estava totalmente focado em você agora há pouco, deixou Natália furiosa, isso mostra que ele realmente te ama."

Nadia apertou os lábios, olhando para as costas largas e eretas de Olavo, perdida em pensamentos por um momento.

Ela sabia disso também.

Mas... ela suspirou e baixou a cabeça, sem dizer mais nada.

Ao chegarem à porta do bar, Nadia acenou para Fernanda e Fernando, despedindo-se, e então estendeu a mão para abrir a porta traseira do carro de Olavo.

Olavo, com uma expressão sombria, perguntou: "Você me acha um motorista?"

Foi um sono tranquilo, sem pesadelos, sem sobressaltos.

Ao ver o homem ao lado, ela percebeu que algo estava errado.

"Desculpe, que horas são?" Nadia tentou pegar o celular, mas Olavo segurou sua mão.

Ele a tranquilizou suavemente: "Está tudo bem, não é tarde."

Nadia mordeu os lábios e baixou os olhos para soltar o cinto de segurança. "Obrigada por me trazer de volta, eu vou indo."

"Espere, leve este vestido com você."

Ele entregou a ela o vestido que Nadia tinha experimentado naquela tarde na loja de noivas.

Nadia recusou e saiu do carro.

"Não precisa, não tenho ocasião para usá-lo, e mesmo que tivesse, é muito revelador, não é apropriado."

Olavo também saiu do carro, sem insistir para que ela levasse o vestido, mas a olhou nos olhos e disse, palavra por palavra: "Nadia, os problemas que você teme nunca foram problemas. Eu te amo, você me ama, e isso é o suficiente."

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