Ela se soltou de Renan e correu de volta em direção a Gustavo.
A frente do carro estava completamente amassada.
Giovanna bateu no vidro do carro com força, mas não houve qualquer reação lá dentro.
Seu desespero aumentou e ela começou a gritar o nome dele repetidas vezes.
— Gustavo!
Renan se aproximou: — Srta. Giovanna, por favor, afaste-se um pouco para que eu possa abrir a porta.
Giovanna rapidamente recuou alguns passos, olhando para ele com o rosto cheio de angústia.
Renan pegou algumas ferramentas, quebrou a janela da porta traseira e, após abri-la, conseguiu abrir também a porta do motorista.
Ao ver Gustavo sentado no banco do motorista, em estado de semiconsciência, os olhos de Giovanna se encheram de lágrimas.
Ela e Renan ajudaram Gustavo a sair do carro e o levaram para o hospital.
Já no hospital, os médicos examinaram e trataram Gustavo.
Meia hora depois, Gustavo acordou.
Giovanna estava sentada ao seu lado, segurando sua mão com força.
Gustavo deu um leve sorriso, sua voz suave transbordando um afeto meticulosamente calculado para não deixar brechas: — Eu estou bem, minha vida.
Ao notar os arranhões no braço de Giovanna, ele franziu a testa, os olhos exibindo um cuidado excessivo e devotado: — Meu amor, por que não deixou o médico cuidar desses seus machucados primeiro?
Giovanna havia caído no gramado antes, mas por estar tão preocupada com Gustavo, não sentiu a dor. Só agora, relaxando um pouco, é que percebeu o ardor no braço e na panturrilha.
Gustavo chamou o médico para tratar os ferimentos de Giovanna.
Renan, por ter protegido Giovanna durante todo o caminho, estava mais ferido que ela. Ele já havia sido tratado e entrou no quarto para relatar a situação a Gustavo.
— Os donos dos dois carros que seguiram a Srta. Giovanna hoje já foram capturados.
Os olhos de Gustavo foram cobertos por uma camada de gelo: — Arranquem a verdade deles. Quero saber exatamente quem ordenou isso.
— Sim, senhor.
Como Gustavo não tinha ferimentos graves após os exames, ele e Giovanna saíram do hospital.
Ao voltarem para o hotel, Giovanna ainda estava um pouco assustada.
Gustavo aqueceu um copo de leite para ela e a confortou com uma doçura irretocável e sufocante: — Beba o leite, meu bem. Não pense em mais nada, apenas descanse e durma um pouco.
Ela havia passado por muitas coisas com ele e já não era a mesma pessoa de antes, que recuava facilmente diante do primeiro obstáculo.
Ao entrar no carro, Giovanna pegou o celular para revisar os documentos do projeto.
Vendo-a tão calma e serena, Renan sentiu uma profunda admiração. Realmente digna de ser a mulher escolhida pelo Sr. Gustavo; mesmo após um incidente tão grave, ainda conseguia ir trabalhar normalmente.
Às oito da noite, Giovanna retornou ao hotel.
Gustavo também havia terminado o trabalho mais cedo e já estava de volta.
Um funcionário trouxe o jantar.
Foi só depois do jantar que Gustavo lhe disse, seu rosto mascarando qualquer vestígio de culpa: — Já descobrimos quem mandou aqueles dois homens te seguirem de carro ontem à noite.
Renan e Teodoro trabalhavam com Gustavo há muitos anos e já haviam passado por situações muito mais perigosas.
Eles conheciam muito bem os métodos de interrogatório.
Giovanna perguntou, com sua habitual firmeza gélida e inabalável: — Quem foi?
Gustavo respondeu: — O primeiro a te seguir era lacaio da Melissa, que o Teodoro interceptou. O segundo era capanga da Sabrina.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......