Ele adorava beijar o lábio superior dela, saboreando-a de forma suave e contínua, como se degustasse uma iguaria deliciosa.
Ela, envolvida pelo momento, se aninhou ainda mais perto dele.
Quando se separaram, as roupas de ambos estavam um pouco desgrenhadas.
Gustavo respirou fundo e se levantou para ir ao banheiro se arrumar.
Seu corpo estava queimando.
Giovanna segurou a mão dele, os olhos límpidos agora repletos de uma névoa úmida, encarando-o diretamente.
Gustavo não conseguiu resistir àquela tentação, inclinou-se e a beijou de novo.
Dessa vez ela não recusou e deixou que ele a pegasse no colo para levá-la ao quarto principal.
O que se seguiu pareceu fluir naturalmente.
A camisola dela escorregou para o chão, os sons que escapavam de seus lábios eram fragmentados, como um peixe fora d'água.
Ele não foi até o fim, pois, no supermercado, eles não haviam comprado nenhum método contraceptivo.
Giovanna beijou os lábios dele, a voz saindo rouca:
— Eu posso te ajudar.
Ele a beijou profundamente mais uma vez.
Na manhã seguinte, os dois acordaram um pouco tarde.
Ao despertar, Giovanna tocou o espaço vazio ao seu lado e, sabendo que ele tinha ido tomar banho no quarto de hóspedes, levantou-se para fazer sua higiene matinal.
Depois, foi até o quarto de hóspedes atrás de Gustavo. Encontrou-o em frente à penteadeira, enrolado em uma toalha, secando o cabelo. As linhas perfeitas dos músculos dele a fizeram olhar por mais alguns segundos sem conseguir evitar.
Ele sorriu, abaixou o secador de cabelo e caminhou até ela para dar-lhe um beijo.
O sabor da pasta de dente de pêssego preencheu o espaço entre seus lábios.
Giovanna o empurrou de leve e deu uma risadinha: — Precisamos tomar o café da manhã, senão vamos nos atrasar.
Gustavo assentiu e foi para o closet trocar de roupa.
Quando saiu, abriu a geladeira e começou a preparar o café.
Giovanna sentou-se à mesa comendo castanhas, de vez em quando dando uma na boca dele.
A campainha tocou.
Giovanna foi atender a porta.
Um entregador de um aplicativo de farmácia entregou-lhe uma sacola de papel.
Giovanna agradeceu, fechou a porta e voltou para dentro, curiosa sobre o que ele havia comprado. Ao abrir, descobriu que eram duas caixas de preservativos e um frasco de creme para as mãos.
Sophia assentiu e, com um ar misterioso, tirou um pequeno frasco da bolsa.
— Uma cliente me deu isso. Ela é linda e sempre tem moscas nojentas assediando-a, então ela mesma desenvolveu esse repelente de moscas.
— O que é isso?
Giovanna tentou abri-lo para ver.
— Não abra!
Sophia rapidamente a impediu: — O cheiro desse negócio é insuportável, quase vomitei quando senti agorinha. Tem um cheiro horrível, parecido com uma mistura de chulé e suor forte. Se esse líquido encostar na pessoa, o cheiro não sai por uma semana.
Giovanna ficou sem palavras.
— A Família Albuquerque está cheia de gente desprezível, então vou te dar dois frascos. Pode ser que você precise.
Giovanna não sabia se ria ou chorava, mas acabou aceitando.
No início da noite de sábado, Giovanna foi ao casamento de Lucrécia.
Lucrécia havia herdado uma boa quantia de seus pais e, além disso, tinha talento para investimentos, vivendo de maneira muito confortável ao longo dos anos.
Embora seu novo marido não fosse tão rico quanto ela, era um engenheiro formado em uma universidade de prestígio, com uma renda considerável, além de ser jovem e bonito.
Giovanna ignorou solenemente os Albuquerques que estavam ao lado de Lucrécia e caminhou até a noiva para cumprimentá-la.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......