Entrar Via

Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 396

O humor de Gustavo melhorou instantaneamente. Ele deu um sorriso de canto e entrou no escritório.

Clara abraçou o gato Arroz e se encolheu no sofá para assistir à TV. Ela sentia que esse novo cunhado tratava sua irmã muito bem, e também era muito bom para ela.

No passado, ela havia visitado a casa de Lucas Albuquerque uma vez. Naquela época, a babá da casa de Lucas não parava de resmungar que as roupas e os sapatos dela estavam sujos, e ficava varrendo e passando pano no chão sem parar bem na frente dela.

Clara se sentiu tão deslocada e constrangida que nunca mais quis voltar lá.

Comparando os dois, Gustavo era infinitamente melhor que Lucas.

Às cinco e meia da tarde, Yara chegou com as compras para preparar o jantar. Ao ver Clara brincando com o gato no sofá, ela perguntou, surpresa:

— Pequena, você é irmã do Sr. Gustavo?

Clara balançou a cabeça, um pouco tímida:

— Minha irmã se chama Giovanna Martins.

— Ah, então você é a irmãzinha da Giovanna. — Yara disse com uma voz gentil. — O que você quer comer? Vou preparar o jantar, posso fazer o que você mais gosta.

— Eu não sou exigente, como de tudo. — Clara respondeu.

Yara sorriu com ternura:

— Então vou começar a cozinhar. Se lembrar de algo que queira comer, é só ir até a cozinha e me avisar a qualquer momento.

Clara assentiu.

Meia hora depois, Yara terminou de preparar o jantar. Por causa da presença de Clara, ela fez alguns pratos a mais, todos bem coloridos e apetitosos.

Ao ouvir que a comida estava pronta, Clara foi até a porta do escritório e bateu.

Pouco depois, Gustavo saiu.

— Irmãozão, o jantar está pronto. Que horas a minha irmã chega? — perguntou Clara.

— Ela chega em cinco minutos. Vamos esperá-la um pouco. — respondeu Gustavo.

— Tá bom. — Clara concordou.

Cerca de dez minutos depois, Giovanna finalmente chegou, apressada. Ao ver Clara sentada comportadamente à mesa de jantar, lendo um livro, ela soltou um suspiro de alívio.

Ela se aproximou e perguntou:

— O Gustavo me disse que você torceu o pé. Você está bem?

— Não está mais doendo. — Clara balançou a cabeça.

Clara também insistiu:

— É, eu consigo me adaptar bem, confia em mim, irmã. Se ficar ruim, eu te aviso.

Giovanna não teve escolha a não ser ceder por enquanto.

À noite, Giovanna levou Clara de volta para casa. Quando Helena Martins chegou, percebeu que precisava dar espaço para o casal conversar a sós, então foi até a casa ao lado procurar Gustavo.

Gustavo esquentou um copo de leite, entregou a ela e começou a falar seriamente sobre a educação da menina.

— Sinto que vocês educaram a Clara para ser compreensiva até demais. Ela reprime tanto os próprios sentimentos que, naturalmente, se recusa a expressar o que realmente quer.

Giovanna também achava que esse era um problema grave. Ela franziu a testa:

— Mas isso foi se formando ao longo de anos. Mudar isso agora não vai ser nada fácil...

— Na verdade, não é tão difícil. — Gustavo deu uma risada leve.

Giovanna olhou para ele, desconfiada:

— Que ideia brilhante você tem?

Ele nunca havia criado uma criança. Como poderia saber educar uma?

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata