O humor de Gustavo melhorou instantaneamente. Ele deu um sorriso de canto e entrou no escritório.
Clara abraçou o gato Arroz e se encolheu no sofá para assistir à TV. Ela sentia que esse novo cunhado tratava sua irmã muito bem, e também era muito bom para ela.
No passado, ela havia visitado a casa de Lucas Albuquerque uma vez. Naquela época, a babá da casa de Lucas não parava de resmungar que as roupas e os sapatos dela estavam sujos, e ficava varrendo e passando pano no chão sem parar bem na frente dela.
Clara se sentiu tão deslocada e constrangida que nunca mais quis voltar lá.
Comparando os dois, Gustavo era infinitamente melhor que Lucas.
Às cinco e meia da tarde, Yara chegou com as compras para preparar o jantar. Ao ver Clara brincando com o gato no sofá, ela perguntou, surpresa:
— Pequena, você é irmã do Sr. Gustavo?
Clara balançou a cabeça, um pouco tímida:
— Minha irmã se chama Giovanna Martins.
— Ah, então você é a irmãzinha da Giovanna. — Yara disse com uma voz gentil. — O que você quer comer? Vou preparar o jantar, posso fazer o que você mais gosta.
— Eu não sou exigente, como de tudo. — Clara respondeu.
Yara sorriu com ternura:
— Então vou começar a cozinhar. Se lembrar de algo que queira comer, é só ir até a cozinha e me avisar a qualquer momento.
Clara assentiu.
Meia hora depois, Yara terminou de preparar o jantar. Por causa da presença de Clara, ela fez alguns pratos a mais, todos bem coloridos e apetitosos.
Ao ouvir que a comida estava pronta, Clara foi até a porta do escritório e bateu.
Pouco depois, Gustavo saiu.
— Irmãozão, o jantar está pronto. Que horas a minha irmã chega? — perguntou Clara.
— Ela chega em cinco minutos. Vamos esperá-la um pouco. — respondeu Gustavo.
— Tá bom. — Clara concordou.
Cerca de dez minutos depois, Giovanna finalmente chegou, apressada. Ao ver Clara sentada comportadamente à mesa de jantar, lendo um livro, ela soltou um suspiro de alívio.
Ela se aproximou e perguntou:
— O Gustavo me disse que você torceu o pé. Você está bem?
— Não está mais doendo. — Clara balançou a cabeça.
Clara também insistiu:
— É, eu consigo me adaptar bem, confia em mim, irmã. Se ficar ruim, eu te aviso.
Giovanna não teve escolha a não ser ceder por enquanto.
À noite, Giovanna levou Clara de volta para casa. Quando Helena Martins chegou, percebeu que precisava dar espaço para o casal conversar a sós, então foi até a casa ao lado procurar Gustavo.
Gustavo esquentou um copo de leite, entregou a ela e começou a falar seriamente sobre a educação da menina.
— Sinto que vocês educaram a Clara para ser compreensiva até demais. Ela reprime tanto os próprios sentimentos que, naturalmente, se recusa a expressar o que realmente quer.
Giovanna também achava que esse era um problema grave. Ela franziu a testa:
— Mas isso foi se formando ao longo de anos. Mudar isso agora não vai ser nada fácil...
— Na verdade, não é tão difícil. — Gustavo deu uma risada leve.
Giovanna olhou para ele, desconfiada:
— Que ideia brilhante você tem?
Ele nunca havia criado uma criança. Como poderia saber educar uma?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......